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Até Que a Morte Nos Reúna

Até Que a Morte Nos Reúna

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Eu, Sofia Mendes, vivia um inferno particular. Cada dia ao lado de João Pedro, meu marido, era uma tortura. Ele me desprezava, convencido de que eu o havia abandonado por um homem rico e influente. Mas a verdade, a minha verdade, era infinitamente mais cruel do que ele poderia imaginar. Eu suportava humilhação após humilhação, sem poder reagir. O que ele não sabia, o que ninguém sabia, era que anos antes, em segredo, eu havia doado um rim para ele, salvando sua vida, um sacrifício silencioso por amor. Mas Juliana, minha "amiga" de infância e agora sua amante, roubou essa história. Ela o convenceu de que ela era a heroína, cimentando seu lugar ao lado dele e aprofundando o ódio dele por mim. Ele me desposou não por amor, mas por vingança. Transformou minha vida conjugal num espetáculo de crueldade, exibindo suas amantes e exigindo que eu testemunhasse sua intimidade com Juliana. Ela, por sua vez, armava situações, como a queda encenada na fazenda, para me incriminar e vê-lo cair de joelhos por ela. Até o meu último elo sentimental com meu passado de amor com ele, um escapulário, ela jogou na piscina, sorrindo vitoriosa. Fui forçada a doar sangue para ela, correndo o risco de expor meu segredo. Cada olhar de desprezo, cada palavra cortante dele, era uma facada no meu coração. Como explicar que todo o ódio dele nascia de um mal-entendido, de uma mentira forjada por amor e pela necessidade de protegê-lo? Era uma injustiça insuportável, um sofrimento silencioso que me corroía. Será que ele um dia descobriria a verdade da minha doação e do meu resgate na Chapada? Mas eu tinha uma missão maior: vingar meus pais. Para isso, eu precisava "morrer". Forjaria minha própria morte em um acidente, adotaria uma nova identidade, a "Estrela". E a minha verdadeira vingança estava apenas começando.

Índice

Até Que a Morte Nos Reúna Introdução

Eu, Sofia Mendes, vivia um inferno particular.

Cada dia ao lado de João Pedro, meu marido, era uma tortura.

Ele me desprezava, convencido de que eu o havia abandonado por um homem rico e influente.

Mas a verdade, a minha verdade, era infinitamente mais cruel do que ele poderia imaginar.

Eu suportava humilhação após humilhação, sem poder reagir.

O que ele não sabia, o que ninguém sabia, era que anos antes, em segredo, eu havia doado um rim para ele, salvando sua vida, um sacrifício silencioso por amor.

Mas Juliana, minha "amiga" de infância e agora sua amante, roubou essa história.

Ela o convenceu de que ela era a heroína, cimentando seu lugar ao lado dele e aprofundando o ódio dele por mim.

Ele me desposou não por amor, mas por vingança.

Transformou minha vida conjugal num espetáculo de crueldade, exibindo suas amantes e exigindo que eu testemunhasse sua intimidade com Juliana.

Ela, por sua vez, armava situações, como a queda encenada na fazenda, para me incriminar e vê-lo cair de joelhos por ela.

Até o meu último elo sentimental com meu passado de amor com ele, um escapulário, ela jogou na piscina, sorrindo vitoriosa.

Fui forçada a doar sangue para ela, correndo o risco de expor meu segredo.

Cada olhar de desprezo, cada palavra cortante dele, era uma facada no meu coração.

Como explicar que todo o ódio dele nascia de um mal-entendido, de uma mentira forjada por amor e pela necessidade de protegê-lo?

Era uma injustiça insuportável, um sofrimento silencioso que me corroía.

Será que ele um dia descobriria a verdade da minha doação e do meu resgate na Chapada?

Mas eu tinha uma missão maior: vingar meus pais.

Para isso, eu precisava "morrer".

Forjaria minha própria morte em um acidente, adotaria uma nova identidade, a "Estrela".

E a minha verdadeira vingança estava apenas começando.

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