o perfeito para a exibição de poder. Ísis não queria estar ali. Ela preferia o cheiro de terebintina ao perfume francês sufocante daque
çava a cor vibrante de sua pele e a determinação em seu olhar. Mas, assim q
cristal que parecia tentar competir
rriso era tão ensaiado quanto um discurso político. Ao seu lado, Giorgio parecia um guarda-costas d
çura falsa que fez os dentes de Ísis rangerem. - Não é aquela... moça? A
aproximavam. Giorgio, ao notar Ísis, endureceu a postura. Seus olhos cinzentos encontraram os dela, e por um breve momento,
o, ajustou o colar de diamantes que brilhava em seu pescoço. - Giorgio me contou sobre sua... hum... pequena fixação
espirou fundo, mantendo a calma que só os anos de pa
pondeu, sua voz calma e firme ecoando pelo círculo de curiosos que s
. O que é do Giorgio é meu. Já estamos decidindo as cores das paredes para o meu showroom de joi
l com o rumo da conversa. - Soraya, não é o
itório. - Eu só queria avisar à Srta. Buonavitta para não alimentar esperanças inúteis. Valverde do Sul tem um padrão. Nós valo
a história entre os dois e estava usando isso como uma arma. O rosto
ê está certa sobre uma coisa, Soraya. Diamantes são eternos, mas são frios. Eles não têm pulso. Eles não contam histórias. E qua
- Espero que o mármore do seu showroom não seja frio demais, Sr. Cezari
ndo em suas costas. Ela tinha perdido a batalha pela cortesia, mas tinha acabado de de
u isso, Giorgio? Que insolente! Você precisa garan
esmeralda desaparecer na noite, sentindo que, pela primeira v

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