iorgio: O Cá
u até a parede de vidro que oferecia uma visão panorâmica de Valverde do Sul, mas seus olhos não enxergavam a metrópole em crescimento. Eles estav
s olhos por um momento,
anela do casarão dos Buonavitta, observando Ísis misturar tintas com uma concentração quase divina. Ele se lembrou do cheiro de terebintina e jasmim q
tima tarde, os dedos manchados de ocre tocando o rosto dele. - Lá na Europa, tudo vai ser arquit
vel. - Eu vou estudar, vou cumprir o que meu pai exige, mas cada ponte que eu
; cada tentativa de ligação era sufocada por uma agenda exaustiva e cobranças implacáveis. Com o tempo, o silêncio dela - que ele acreditava ser por indiferença, sem
u para a mesa, para o porta-retrato de Soraya Sousa. Soraya era a escolha lógica, a escolha segura. Ela não pedia que ele fosse humano; ela apenas exigia que
sis: A Anato
odeada por telas em branco. Suas mãos tremiam, algo que raramente acontecia. Ela tentou segurar um c
para uma passagem de ônibus até a capital, na esperança de conseguir falar com o pai de Giorgio na sede da empresa e obter
na Europa, senhorita - o homem dissera sem um pingo de emoção. - Ele pediu que não houve
omem e saíra de lá com o coração transformado em granito. Aquele foi o dia em que ela jurou
: um homem que parecia ter morrido por dentro. Ela vira o breve lampejo de agonia nos olhos dele quando seu
iera para a cidade para recuperar sua história, mas percebeu que a história não era feita apen
vou abrir aquela galeria, e vou pintar cada centímetro desta cidade até que v
Era uma guerra entre a memória e o esquecimento. E Ísis esta

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