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Sempre foi Você

Sempre foi Você

Autor: Krys Torres
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Capítulo 1 Prólogo – A Flor e a Lâmina

Palavras: 1611    |    Lançado em: 26/12/2025

eif

séculos de silêncio, de sangue e de segredos que jamais seriam ditos em voz alta, enquanto o céu ci

yama e Hann

a sendo puxada lentamente da bainha, despertando não apenas lem

e e minha

e sem propósito, e decidiram moldá-lo, não em um homem,

que restava de

mo depois de reduzida a pó, e ainda assim, apesar do cenário que exigia luto, meu

ma dessas coisas no dia em que encontrei os corpos dos meus pais abandonados em uma viela escura, mutilados de uma forma que o mundo nunc

ão enxergou uma criança ferida, nem um menino que precisava ser salvo, mas sim uma ferram

em troca, arrancou de mim qualquer traço de fragilidade q

te, o coração en

tença irrevogável, enquanto ele proclamava que aqueles nomes deveriam ser lembrados com honra, e suas palav

io absoluto, com os punhos cerrados e os olhos baixos, porque naquele lugar a dor não

controle, porque naquela família a fraqueza não era toler

e insistia em atravessar aquele ambiente pesado, sem qualquer símbolo bordad

, da ausência de necessidade de afirmação, porque quando alguém não preci

pois eu não dominava absolutamente nada, apenas h

constantemente de que eu não pertencia àquele lugar, nem pelo sangue, nem pela cultura, nem pela história, e mesmo assim

e definitivo, reverberando nas pedras, nos corpos e, principalmente, na mente, como

ma autoridade imutável, que aquela linhagem jamais deveria ser apag

lavras não pass

do a cabeça em respeito e submissão àquela ordem, eu permanecia imóvel,

era o

se sangue, era o

io, era em mim que os s

, era o meu nome que

eif

rpo deixado para trás, a cada missão cumprida sem hesitação, a cada pa

nguém precisou olhar na minha direção, porque todos

o que al

estava acostumado a sobreviver em silêncio, como se o próprio ar tivesse se d

rolados, determinados de uma forma qu

precise

á sa

u

ma Tak

ue não era natural para uma criança, vestida em um quimono branco que parecia grande demais para seu corpo, com as manga

res delicadas, e seus olhos - azuis - carregavam uma estranheza que não pertencia

avia algo mais

ant

nscient

hares que a seguiam, sem buscar aprovação, sem demonstrar medo, c

maneci

ocaram o tecido escuro da minha roupa, algo de

foi

foi

go mui

vi

e quando nossos olhares se encontraram, senti pela

se ela, com uma voz suave que contrastava d

ela revelou um

ara quando o

deveria permanecer distante, intocável, inabalável, mas aquela pe

e eu havia sido treinado

or respeito, mas por incredulidade, porque

or não s

omo guarda, nem como subordinado. Ma

jamais tive ao empunhar uma arma, enquanto ela me observav

em você é -

ixa, áspera, carregada

Sa

ste, como alguém que já

mundo ficasse escuro... o C

sempre soube o que Kenshi havia criado

o pudesse me impedir, Yuna deu

, frági

ado para destruir,

viam repousado em ninguém, firmes, protetoras, quase gentis, co

icar sozinha...

vras não for

uma

te de que promessas naquele lugar não e

assim,

não vai

ra co

m vín

antes de dar mais alguns

te chama

miti sentir algo que não cabi

... pr

necia de joelhos, segurando uma flor em um

via sido criado para servir, para matar e para obedecer sem questionar

e momento... viver p

u

erdade veio outra,

m funeral não é uma b

u teria que quebrar tudo o que fui ensinado a prote

asse... eu não estaria

guerra co

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