img Contrato de Prazer: A Mãe que o CEO jurou Dominar  /  Capítulo 3 2 – O que foi que a gente arrumou. | 0.85%
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Capítulo 3 2 – O que foi que a gente arrumou.

Palavras: 1620    |    Lançado em: 08/11/2025

O que foi que

et P

causava. Mas no instante em que meus olhos encontraram

m Samy nos mexemos. Era como se nossos olhos nã

qui é um vestiár

laneta - ela respondeu, abrindo os braços. - Nós re

, sem nem ao meno

eco, antes

pero qu

vando o lugar, avaliando e

tiquetadas. Em um cabideiro, no entanto, havia roupas que, honestamente, são peças que nem para uma f

o quem pisa em terren

Abri o saco, e peguei as roupas. A roupa era ousada demais para simples garçonetes, uma blusa decotada de cou

necessário, e embaixo

sso? - perguntei com

e sim. - el

artilho? - Samm

i e sorrimos uma para a out

que correu pela minha esp

a estante exibia uma

mes. Outros... preferia ne

chicotes curtos e longos, colares com argolas metálicas, o que parecia um bastão de ac

uma espécie de cinto largo com fivelas e tiras

as parece comp

mos, n

acendeu. Não era desejo ainda. Era curiosidade. Medo, também. Mas havia a

nte entrou numa furad

ho que estamos pr

e eu nos trocamos, Deus essas roupas revelam mais do que esperava. Olhei

elas roupas que usávamos. Saímos do vestiário, e ficamos no lugar

e algo que não consegui ident

erguntou, a voz

vi algo em seus olhos. O que me deixou mais nervosa,

e o seguíssemos até uma área mais reservada, perto d

não é um clube de sexo, e sim um espaço de exploração, onde as pessoas vêm para viver suas fantasias de forma conse

a gente processasse a informação. Samm

e as partes. Ninguém faz nada com ninguém sem permissão. Isso também vale para vocês. Se alguém, seja um clie

o, hesitante, como

ão pararem? -

Se ele não estiver por perto, gritem o nome dele. Se não puder

voz mantendo a calma

uem. O que acontece aqui dentro é um espetáculo particular. Não

ara servir qualquer pessoa, mas não são obrigadas a aceitar um pedido que as faça sentir desco

r ou diminuir a intensidade de uma cena. As palavras são: "Verde" para continuar, "Amarelo" para diminuir, e "Ve

har de avaliação em

tend

do que ele descrevia era estranho, mas as regras faziam s

por nós duas, com mais

bar. O bartender, Caio,

uminado, deixando Samy e eu para trás, trocando u

havia um rapaz, sorriso cativante, cabel

s, esse

e ajudasse no que fosse necessário. Avisou que estaria pelo

ele sair, e

tlas. - El

de fazer

que

pas por isso. - engoli seco. - Mas por acaso, ser

e olhou

vo, precisaria

ue com ela, irei sentir mais segurança

ido seu freque

que as pessoas aqui não costumam

orriu p

atrevida demais. Se não

u, parando bem

atrevida, acho que entendemos o signifi

um sorriso de lado,

a elas. - E com essa

licou como o bar funcionava e pediu para circula

na minha cabeça como se aquilo fosse um mantra. E

feita, cabelo castanho e olhos verde escuro, daqueles raros e qu

s, eu não fazia ideia. Fiquei admirando, quer diz

arçonete? - Ele perguntou,

tá acontec

só balancei a cabeça fr

nos, Atlas te p

se e minha voz saiu ma

las. E por reflexo acabei abaixando a cabeça. Senti os dedos d

te ao traba

nseguia responder tamanha a

novam

nhor, me

ammy no caminho, os olhos arregalados, acho que seu

r. Mas eu senti um arrepio na minha nuca, u

trás, meus olhos e

s olhos ve

mou minha

Está tu

olhos dele, res

sando... Que a noit

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