img Contrato de Prazer: A Mãe que o CEO jurou Dominar  /  Capítulo 2 1- É só um trabalho. | 0.57%
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Capítulo 2 1- É só um trabalho.

Palavras: 1547    |    Lançado em: 08/11/2025

1 – É só u

et P

mais um freelancer para nós duas. Ainda preciso de um empre

empre nos coloca ajudam nas contas. Mas, em dois dias, tenho uma

ermaneça. O Brooklyn é perfeito. Fiz bons amigos, as crianças adora

anças para casa. - A voz da

sse, me virando e s

s últimos meses, tem me ajudado muito com as cria

cer, eu adoro essas cri

ordou, e seguimos para a sala, onde me

or que a mala? - Coloquei as mãos na cint

s levar ao parque amanh

tarde quando trabalha com a t

dois correram para me abraçar. - Se comportem. E

Celeste pegou em suas mãos e seguiu para a porta. Antes de sair, sussurrou um "bom trabalho

colocar o salto e termin

my me grit

Samy, peguei minhas chaves e fomos. Eu quase não uso o carro, mas o ta

guntei, olhando com desconfianç

gar mais reservado, aberto só a membros. Pe

amos até a porta. Não havia maçaneta, nem campainha.

airro inteiro gritava ousadia. Um ti

er - eu disse, meio em tom

ra entrar precisa de uma batida secreta tipo toc-toc... pausa... toc-toc

ncentivei, mesmo sentin

m um chiado suave, revelando um homem com quase dois metr

dele era grave e firme

o Garcia quem nos mandou. Seremos garçonetes essa no

que ecoou por um visor acima. Um ponto vermelho piscava,

passagem, e

corredor a

o de cimento queimado refletia luzes vermelhas muito sutis, saindo de luminárias escondidas nas

o da Samy co

ma péssima ideia ter aceita

orriu, mas n

rmos entrando em algum tipo de abrigo subterrâneo ou prisão. O som abafado da música ficou mais fort

no mesmo

a voz saiu trêmula, como se ela

não havia uma

has e douradas, que criavam sombras misteriosas nas paredes escuras. Mas não era só isso.

ce no centro, mas ao invés de dançarinas, havia um casal. Ela estava vendada, usando apenas lingerie, de joelhos. Ele, com o peito

na minha direção. Tentei desviar o olhar, mas não consegui

a o corpo em resposta a toques leves de algo que parecia uma fita de couro. O homem, como o outro, usava apenas calça, com u

ntindo minhas bochechas quei

atravessado uma porta

sse? - Samy sussurrou

o sabia o que dizer. Não fazia

a frente com uma presença marcante. Ele parecia ter saído de um filme: cabelo preso num coque baixo,

et Pierce? - A voz dele

quase em

adise. - Ele deu um leve sorri

a. Tentei de novo: - Viemos para trabalhar

ra vulgar, eu conhecia bem um olhar cretino. Ele nos observava como quem precisava ter certeza de q

y perguntou, tentando disfarç

pondeu sem um pingo de sa

adeirado, a música vibrava no meu peito, e cada canto daquele

eus pertences. - Atlas virou-se, nos dand

perguntei, e

e é estritamente necessá

... - Samy disse nervosa. - A Ju

como quem diz "o que é isso?", e claro que

lpa, tô

as não interveio. Ele parecia se d

le deu um sorriso de canto, mas não era por simpa

continuarmos seguin

vão usar. - Fez sinal para que entrássemos. - Vou dar privacidade a vocês. Assim que terminare

ndo a porta. Dei dois passos

Senhora das Mã

rda! - Sa

a só começando. Eu só ainda não sabia se seria um

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