img MARCADA PELO TIO DO MEU NOIVO  /  Capítulo 3  Isadora Alencar | 5.00%
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Capítulo 3  Isadora Alencar

Palavras: 1433    |    Lançado em: 31/07/2025

afado pelas batidas do meu coração. As lágrimas ardiam, represadas no limite. Apertei o sobretudo contra o corpo,

nome, e nem

a tudo que não deve

o táxi t

rmelho. Eu me odiava. Odiava minha confusão, meu corpo

er gosta

do com a alma. O espelho na parede me refletia: olhos borrados, cabelo bagunçado,

raí

não e

po forte, braços largos, perfume amadei

ser uma

uele h

a boca o explorou, como ele deixou que eu o dominasse por u

Não perguntou meu nome,

apago

quem já sabi

atravessou como se me

tasma quente, agarrado aos meus ossos, me lembrando do pra

o que seria ela. A cúmplice

eu entreguei meu corpo ao homem errado, tomei um banho para me lavar de tudo aquilo, mas o meu corpo persisti

mas como sempre, d

o o rosto. Mas ele volta

i diante do espelho e tentei

E no reflexo, o que via era apenas uma mulher partida ao meio: o corpo queimando por um estranh

mesas, desviando de garçons, tentando manter a compostura. Meus olhos procuraram Enzo. Nada. Pelo menos por agora. Me joguei no trabalh

bonito, mas... não era o sorriso dele q

ontar. Eu precisava libertar aquela culpa antes que ela me esmagasse. Subimos ao terraço do prédio

ava claro, e o vento

sse, me puxando pela cintu

do me afastar do seu beijo, qua

tal surpresa, hein? - ele

já tinha acontecido. Ele não era o homem daquela noite. Eu sequer conseguia organizar

s carros pareciam formigas lá embaixo. Ele me beijava o pescoço. Me tocava. Mas tudo que eu sentia era... nada. Nada.

marcado. E agora eu estava presa em um noivado com um homem que não me acendia. A culpa me rasgava.

vento bagunçava os meus cabelos, eu a segurei a saia para baix

i em seco, nós precisavamos saber, mas eu já tinha descoberto. Enzo sequer espero

u rosto, sem ter tanta certeza, o amor era importante, mas havia mais, eu queria mais tanto para receber, quanto para dar,

o de noiva, esta tudo...Ah! - Ele me penetrou, franzi o cenho pelo incomodo

go acabasse, que o seu pau molhado parasse de entrar e sair, que ele parasse de ofegar contra a minha orelha, de beijar o meu pescoço, mor

u o dono dela. - E sem essas perguntas idio

as mãos nos bolsos, nos assistia, e eu o reconheci, ele nos assistia em silêncio, tentei empurrar Enzo que me segurou mais firme, falando sem parar. O Homem de semblante fechado, retirou os óculos, nos

pau, as lembranças dele, saindo e entrando na minha boca, deslizando, escorregando, seus xi

ão era ele que eu queria, era insano, profano, eu nunca me senti assim. - Gozei querida! - O homem dentro de mim

quele homem nos olhar, Enzo se recuperava

apou quase em grito, enquanto um jato de gozo escorria pelas minhas pernas, o olhar do hom

que não dava. Tio? Eu não sabia onde enfiar a m

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