img MARCADA PELO TIO DO MEU NOIVO  /  Capítulo 2 Dante Tavares | 3.33%
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Histórico

Capítulo 2 Dante Tavares

Palavras: 1726    |    Lançado em: 31/07/2025

oporto de Belo Horizonte estava um pandemônio. Acionei minha equipe, pedi silêncio, discrição e uma reserva em algum lugar que me permitisse respirar longe dos Tavares

lugar a anos. Entrei de óculos escuros, camisa preta semiaberta no peito. O cansaço dos últimos dias estava me esmagando as costas. Negócios em São Paulo, uma

quisesse disfarçar um julgamento implícito. Me entregou o cartão-cha

no ar. O quarto era amplo, com uma cama king-size, lençóis perfeitamente esticados, luzes de cabeceira aces

abri a porta,

ar a l

era um trote, uma armadilha, ou só o meu cansaço me pregando peças. Não vi seu rosto, só suas costas. Ela estava d

Tentei pergun

ão diz nada só

me venceu. A

A mulher tirou o sobretudo como quem se desfaz de um segredo, e o que revelou por baixo era simplesmente... luxúria pura. A saia vermel

do. O quarto, agora envolto na penumbra, se transformava em um palco privado, e eu - exau

m sobre minha calça como se soubessem exatamente onde tocar, quando apertar. Eu não disse uma palavra.

do, roçando os lábios no meu pescoço antes de chup

l consegui

va com alguém há meses, e o que vivi com ela foi além do sexo: foi um exorcismo.

ue beirava a crueldade. Seu prazer parecia sincero, e o meu... inevitável, me chupava como se eu foss

té cairmos contra a cama, os seus olhos escuros se abriram como duas onix, ela era linda, seus traços finos bem marcados, a sua boca peque

vesse acordado de um transe. Ficou de pé, ofegante, os olhos arregalados,

ela perguntou, a voz embargada, qua

la correu até o chão onde havia jogado o sob

ama, tentando alcançá-la, confuso, ain

o como uma barreira invisível. - Is

elos bagunçados, com a vergonh

de acontecer. Olhei para a cama. Os lençóis amarrotados, me

o sabia por que estava al

eu não sentia há anos. Tesão de verdade.

mais perguntas do que respo

ava vê-la

ho os olhos e tudo volta: o som abafado dos gemidos dela, a forma como seus quadris se moviam como se pertencessem à noite, não ao mundo real. A res

roía por dentro

ma como e

. Como se tudo que vivemos tivesse sido... errado. E isso me incomodava. Eu não era um homem que costumava ser

ei fundo. Era apenas uma mulher, eu repetia a mim mesmo. Só mais uma no

al escura e sapatos italianos. Cabelos levemente molhados, barba por faze

ção. Parte de mim, idiotamente, esperava vê-la ali. Quem sabe de novo, de

go que me fez endurecer por co

o Da

ando virei, lá estava ele.

l clara, calça de linho, aquele sorriso culpado que ele sempre us

ncelha erguida, retirando os óc

o a gola como quem t

sabia que você

- retruqu

cia nervoso. Mais do que o normal. Olhava para os lados, como

ue você tá aqui... vai ser bom,

os olhos

dessa vez, é? - murmurei,

do bolso do paletó. Era creme, com uma fita dourada amar

guntei, já adivi

me cas

a animado, mas o olhar dele ainda trazia uma sombra d

omper o lacre. Apenas o

om

eus olhos vacilaram por um segundo. - Você va

rív

uanto uma suspeita lenta, de que

ite anterior invadiam minha mente com força. O vermelho. Os cabe

secou, quem era

guntei, tentand

inha mãe está enlouquecida com os preparativos... e bom,

r, tentando ma

a por nada. - Disse

ava de um jeito que não acontecia há anos. Porque uma dúvida

para trás receoso. - Não, tio, porque? Dormi na minha noiva,

os casar em

aroto, era apen

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