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Luna usurpada e os trigemeos do alfa.

Luna usurpada e os trigemeos do alfa.

Autor: C.cristey
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Capítulo 1 1 A menina da adaga no coração.

Palavras: 1397    |    Lançado em: 13/08/2025

p1

aya V

rava que ela

dias bons. Ela me ajudou a andar, pacientemente, enqu

e o mundo tivesse sido feito só para ela. Caminhamos em silêncio até a be

à mansão hoje? - ela pergu

ce que nossos pais

a, e ele de repente está vindo para nossa casa. Não é incrível? - ela perguntou empolgada, mas eu baixei os olhos com

mas se pode controlar quem o dest

Estou torcendo para isso... além disso... - ela abaixou o olhar, quase hesitando. - As

ba notável. Eu, como uma ômega fraca, nem teria o direito de olhá-lo nos olhos. No mínimo, ainda tenho qu

cateia querer se tornar a Luna. Ainda mais do alpha que se tornou superior na região. Po

istórias de terror. Um lobo que já é feroz e forte não deveria ter o poder dos raios.

ela perguntou, me despe

do parece tão mágico, não é? - perguntei, tentando esconder a dor nas pernas, apoiando-me na

om você pensando em uma coisa. Passei dias criando coragem... fingindo que só quero

ê quer dize

... eles tiveram nós duas ao mesmo tempo. Será que eles não perceberam que foi o destino os abençoando com a chance de saber que poderia perder uma, mas que ain

nder nada. Como ela mudou da ág

e desaparecido. Nós somos gêmeas, Maya, idênticas... Mas me tratam como uma sombra

. não é

. Tudo estava voltando devagar: força, coordenação... palavras.

E sorriu. Um sorris

ora, mesmo acordada, você ainda é o centro de tudo. Até os professores são mais gentis co

ei, atônita. Ela parecia tão

tas da caminhada. E talvez foss

como uma am

ue meus pais tiveram gêmeas. Por causa da minha condição, fui mantida em segredo. A família Volpyn não queria ser vista como fra

anos quando abri os o

ca cravada no peito - uma lâmina amaldiçoada atravessando meu coração, protegida apenas pela caixa

vendo abrir os olhos eram as mesmas pessoas em que

- ela cuspiu, cheia de ódio. - Você nem tem um lobo, Maya. É como uma humana patétic

isso não é

ê o quanto de dor causou aos nossos pais? Não vê o

a, olhos fechados, como se as f

m a um humano em um mundo onde eu não pertencia. Mas

ualquer coisa. Meus pais dizem que preciso construir resistência. Que um dia conseg

esforçado tanto...

útil Volpyn. Você nem

eie. Mas não há motivo. Eu nem sei quanto tempo me resta. Pode

eria que você nem aparecesse. Já basta ser uma vergonha ambulante. Uma garoti

mal saindo dos lábios. Nunca imaginei que Lana se voltaria co

stava da minha própria irmã... esse era o que estava me consumindo. La

o contido. Parecia se deleitar com o e

que eu quero. Algo que deveria ser meu. - Ela sorriu, fria e debochada. - Então... po

ingiu meu pei

ui me segu

as bateram com força na água enquant

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