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Capítulo 5 O Peso do Silêncio

Palavras: 1096    |    Lançado em: 14/07/2025

sa nunca parec

úgio nos rostos desconhecidos das calçadas. A cidade seguia seu ritmo impiedoso - buzinas, pressa, gen

do o céu com tons pálidos. Um novo dia começava. Mas de

perava que dormisse. A internação no hospital durou dois dias, e mesmo agora, em casa, o estado del

água gelada escorria, mas o calor na pele permanecia. O corpo ainda doía - não de dor física, mas de me

o... o vazio q

inha. A luz fraca da lâmpada iluminava as louças por lavar e as contas

0 - Leonardo

estava na conta. Real.

para a farmácia e pedi dois meses dos remédios da minha mãe. A atendente ficou em silêncio quand

e estivesse em

z, feijão... e até algumas coisas que não comprava há muito tempo: i

e me deu u

come

para sorri

go a

fá, enrolada na manta que eu já havia costurado duas vezes.

lha? - perguntou com a

- Tinha umas contas para pagar, fui ao merca

criança. Pegou o pacote com as mãos magras e

édios? Já

. Quase

am ain

ou fundo,

você co

ar como uma corda ap

nheiro extra. Um

não se endi

i a mã

i. Eu... apenas f

u por dentro. Como podia aquela mulher me olhar com tanto am

la primeira vez em meses, a comida na mesa foi dig

eu pouco, mas

u, fui para o quarto

sa

s sentei no chão, encostada na pare

or me se

por ter

sso mudava o fato de

rque ela

uém mais fa

ase uma hora. Até

arm

uilibrada do mundo. Organizei tudo no armário, fiz o chá da tarde da

to. Tudo

nada

jantar. O estômago revirava só

e servi

mente estivesse rachada. Parte de mim queria apagar aquela noite.

ue o celul

a ace

NT

Como está s

responder. Mas meus dedos fora

evive

começo. Ele

as vezes por mês. Já t

. já est

e me fez en

ntr

ão. Uma rotina. Um clube do

ou?" - Cinth

para r

me deix

r. Você vai apr

ê apre

ma

e nós pesou por

é a hora." - ela escreveu.

u já

ha mais

ou des

deu com um emo

desse reagir, outr

desco

Mesmo hotel. 21

um n

a assi

eu s

a

esmo tempo, cada minuto que passava

balho da cafeteria. Na loja de conveniência. Voltei a sorrir pa

mim já não

o próprio corpo com culpa. O prazer agora vinha sempre mi

ergonhava mai

itava os cabelos para dormir, parei

undos. Meus seios marcados por leves sombras de dedos

gunta me

tou me

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