e, a tortura m
ospital, começou a me en
lado da cama dele, segurando sua mão. O r
iona limpando a testa de
om a filha deles no meio, dormindo. Um
to era
uei a p
o número
número. As fotos co
e já estava morto, encontrou
Deixei o celular
a que elas
o queria atender, mas a curio
nçosa. "Fiona está se sentindo
ei em s
do o relógio da sua mãe para mim. E
a, estúpida e teimosa,
tá?", pe
ineiros o pegou. Se você quiser, pode vir procurar. Talve
u e de
Era isso que
era a última co
f
rei no corredor, já de pé, par
stá?",
ande contêiner de lixo
. Talvez te
nhas mãos no lixo, revirando sacos de r
, olhavam com nojo.
te, ouvi
arto onde a filha dele estava. A babá d
levar a menina! Ele a
a arma
mília Lawrence estavam sobre mim
receu, seus olhos
Levem-no para o armazém. D
mente para o antig
ieram mais fort
ensa, mas a dor da
edor. Nossos olhos se encontra
seu rosto. A
emendo no chão, e a
dela foi fei
ra eles, para
sorte, à punição que
i. Um riso amargo, que se misturou
ela, ditas tantas vezes no pa
ar ninguém te mach
eco fantasma que tornav