a exatamente quem era. Bruno. Abri a mensagem e meu estômago se revirou. Era uma foto. Sofia, deitada em nossa
aria. Está ocupado demais tentand
esfregando na minha cara que ele havia tomado o meu lugar, na minha casa, na minha cama,
ntrole. Com os dedos firmes, fiz uma captura de tela da mensagem e da foto, enviei para o e-mail seguro que Patrícia havia criado para mim e, em seguida, bloqueei o número
e uma hora depois, meu celular tocou. Era Sofia.
ensa que está fazendo? Por
te, cheia de uma ind
ar com ele, Sofia
vel, e você o trata como lixo! Eu não acredito na sua infantilidade
que eu pedisse desculpas ao homem que dormia com
z calma e firme. "Iss
do por um som abafado. Então, a voz de Bruno, chorosa e
inha causa. Eu já entendi que ele me odeia
ética. Sofia imediatame
sua. É o Ricardo que está sendo cruel e insen
etamente comigo, a voz
ê é inacreditável. Depois de tudo que ele pas
?", repeti, sent
cê, mesmo a culpa não sendo dele! Ele carrega esse f
da realidade deles era uma loucura. Eles haviam construído um
para mim. Eu ignorei a presença dela e fui direto para o meu computador para verificar m
ais havia sido feita da nossa conta c
quantia enorme, quase tudo o que tínhamos de economias líquidas. Ela
onde ela assistia televisão,
Cinquenta mil reais foram transferidos da nossa con
mim, o rosto uma m
. "O Bruno quer dar entrada em um apartamento.
o nosso dinheiro?
e precisava mais do que nós. Qual é o problema
balhei duro por cada centavo daquele dinheiro, Sofia! Enquanto eu es
, o rosto conto
esteve ao meu lado enquanto você estava... fora! Ele merece essa ajuda.
rei e voltei para o escritório, fechando a porta atrás de mim. Sentei-me na cadeira, a cabeça entre as mãos. A hum
ntavo que ela me tirou, cada pedaço da minha dignidade. O plano na minha cabeça começou a tomar uma forma mais n