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Capítulo 2 Lívia Oliveira

Palavras: 1671    |    Lançado em: 10/04/2025

íte 507. Quando saí daquele quarto no dia anterior, minhas pernas pare

e exalava uma autoridade magnética, um domínio natural e possessi

visual arrebatador, frio e profundamente perigoso. E, por mais que meu orgulho gritasse para me afasta

acostumado a obter tudo o que desejava

e cada contorno do meu corpo escultural debaixo do uniforme justo, fascinado pelos meus olhos azuis e pelo contraste dos meus longos cabelos

morei a conseguir trocar de roupa. Fiquei ali, sentada no banco de madeira p

meza com que ele tentou segurar meu rosto fazia minha pele arder em um misto de afronta e de

ignorar a tensão que ainda

o dele. Eu não sabia - e nem desconfiava - que Eduardo não era apenas um hóspede ilustre de passagem, mas o próprio proprietário do h

amado de emergência da governança. A ordem era direta: entrega imediat

nos braços, respirei fundo, verifiquei se o meu coque estava perfeitamente alinhado

i à porta duas vezes com a ponta dos dedos. Nenhuma resposta. Como a ordem era de entrega urgent

rouca ecoou do fundo da sala principal, co

ava para a varanda. Vestia apenas uma calça social preta,

sência do corte impecável o deixava ainda ma

os-claros dava a ele o aspecto de um predador elegante. Seu olhar p

voz pausada e estritamente profissional, embora o calor sob minha pele

deira nobre logo na entrada, fazendo menção de

ina agora mesmo - disse ele. Não era um grito, mas um comando baixo, tenso e

ente para ele, ajustando a postura e cr

o, Sr. Eduardo? - perguntei, encarando-o sem

m minha direção, eliminando a distância

olvendo meus sentidos. Ele parou a poucos centímetros de mim, a altura e

am suavemente a linha do meu maxilar, a pele quente dele contrastando com o tremor sutil da minha

meu ventre. A atração entre nós era uma força física, crua e avassaladora,

asse involuntariamente para o calor da sua mão. - O seu dinheiro e o seu poder podem comp

proximou o rosto do meu, a respiração quente roçando meus lábios, a outra mão descendo pela

exigente e o carinho intenso do

ios, a voz rouca revelando a obsessão que o consumia. - Você tem esse ar de quem não pertence a ningu

falhando ligeiramente pela proximidade dos seus lábios, ma

ossos lábios em um beijo pro

inha boca com uma fome acumulada e avassaladora. A sensação era arrebatadora; o mund

bros largos, sentindo a firmeza dos seus músculos enq

beijo com uma paixão que mesclava desejo, e urgência de me ter por perto. Quando suas mãos deslizaram pela m

que se recusavam a ceder. Eduardo se inclinou sobre mim, os olhos faiscando com um desej

a voz carregada de um certeza inegociável. - Não quero ou

alidade instantaneamente. O prazer e a entrega que ele me proporcionava eram inexplicávei

seu peito e segurei seu rosto, afastando-nos o sufi

acontece entre nós nesta suíte é fruto do meu desejo, não da sua posse. Eu continuo tendo a minha vida, meu tra

luto de empresas e pessoas, lutava visivelmente contra a barreira inabalável que eu representava. Mas ao observ

do com uma delicadeza surpreendente uma mecha solta do meu cabelo loir

levantando do sofá com elegância e postura, sem jamais abaixar a

até a saída. Antes de abrir a porta, olhei para trás e o vi em pé, observando-me c

eu poder e dinheiro, mas mal sabia ele que, naquele domínio de

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