r seu reflexo, pois nele não habitava uma alma. Ele olhou para o céu noturno e contemplado à lua, fec
de terra úmida misturava-se ao aroma das flores silvestres que Alice colhia com delicadeza. Seus cabelos loiros balanç
ma, observava-a em silêncio, gr
do para sempre? - ela p
a. - Ele sorriu, apoian
ndo-se ao lado dele, a cesta d
destino nunca deixa ninguém fi
ntada estranha no peito. Como se, mesmo naquele m
desafiar
- Ela sorriu, mas seus olhos
entre as suas, sentin
que
acilou. - Há boatos de criaturas espreitando as estradas à noit
de seres noturnos que se alimentavam de sangue humano. Mas
rei nada acont
hos, apertando os d
for algo que nem vo
mais perto, encosta
utarei me
o acelerar, como se estivesse tentand
que aquela seria a últi
es
do. Ele apertou o punho, sentindo a força sobre
ele ainda podia sentir o
o futuro, fazendo-o despertar das me
vai começar os convidados
estou indo.
lculada. No centro, uma longa mesa oval, cercada por cadeiras ocupadas por figuras de presença intimidadora. Os mais antigos
lêncio que se instalou foi quase palpável. Os olhos dos anciões cra
os aqui para discutir a última fase do desenvolvimento do Mnémon-8,
elho já sabia dos avanços, mas agora chegava o mo
ragmáticos. Entre eles, estava Viktor, um vampiro de quase mil anos, conhecido por sua frieza e ment
e Viktor. - Agora, propomos uma abordagem diferente: manipulação da memória. Vo
assentiu
io, e a memória é a única testemunha que realmente importa. Se apagarmos seletiva
e inclinou para frente. Lúcia, uma vampira cuja b
dro. - Estamos interferindo na natureza da mente humana. Qual é o limite diss
espondeu antes
umanos soubessem o que realmente anda entre eles, nosso equilíbr
la com interesse. Havi
eve ser regulamentado. Somente os membros do alto conselho poderão autorizar sua ap
os ponderavam. Então, Viktor sorr
ra questão: humanos podem ser voláteis. Como garantimos que a
o pelo queixo, já esp
ongo prazo. Para isso, selecionei um grupo de humanos que tiveram contato com vampiros no p
ou levement
em um grupo
m calma. - E o primeiro t
ares. A decisão estav
a voz quase um sussurro -, os humanos
e - conclui
ra estalando na lareira ao fundo. Todos sabiam que estav
er sua espinha. Algo lhe dizia que apagar
ssado nunca desapar
sido talhado em mármore pálido, os traços perfeitamente simétricos, mas marcados pelo peso dos séculos. Os olhos, de u
el, cada movimento carregava uma precisão letal, como se cada passo fosse calculado para intimidar e fascinar ao mesmo tempo. Vestia
mas um predador. A imortalidade lhe dera um ar de perfeição inatingível, mas os mais atentos podiam notar algo alé
ram, e Viktor, sempre o último a se pronunciar, fez um leve aceno com a cab
tava o quanto justificasse suas ações, apagar memórias humanas era um passo irr
lhos frios avaliando Alexandro. - O primeiro teste s
pronto para sair, mas sentiu
era um misto de curiosidade e algo mais... al
exandro. - A voz dela era suave, mas havia algo
a sala, seguido de Ana, que pare
ele perguntou
Viktor nunca aceita nada sem questionar
u, mas a suspeita de A
tos de Vik
serviu uma taça de vinho para Lúcia. O líquid
Viktor, observando o reflexo da
egância. Seu vestido vermelho de seda e
obra facilmente - disse ela, girando a taç
ncias. - Viktor inclinou-se para frente, sua voz grave e bai
Lúcia, fingindo desinteresse, embora
inhou até a janela, olha
óbvia. Se os humanos voltarem a lembrar, a culpa recai
rriu len
tecer, o posto de li
ará-la, um sorriso malic
atam
antou, desli
testes. Certas lembranças, quando retornam, podem ser
ela, seus olhos brilhando
sso eu
bios frios na taça de vin
estava sendo traçado...