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Histórico

Capítulo 2 Arthur

Palavras: 1752    |    Lançado em: 14/11/2023

banheiro masculino. Estava mais do que intrigado em saber o motivo da Intocável estar ali. Se ela estava em uma enrascada, e

o diante do seu sofrimento. Estava em ci

ajuda. Até que me dei conta que eles falavam muita besteira. Não que ela fosse uma criança, mas certas coisas eram pesadas para

o banheiro, mas parecia que ela pr

ficarem vazios. Todos já e

irjao, veio correndo todo desajeit

mas está

mo assim? - gag

anheiro, Fred -

ar saiu c

e descobrir qua

no. Pode sair - dito isso escutei um murmúrio agudo. Muito estranho. Será

as escutei ela se mexendo e então a porta abriu e lá estava ela. A Intocável de sempre. Sua boca estava comprimida e se

traços. O cheiro dela era tão suave, mas tomava conta daquele espaço. Percebi que era a primeira v

o que treinar - pediu com a v

ma risad

deve uma - inclinei levemente o tronco

os pareciam bem maiores. Senti uma sensação

heiro errado e... E quando fui

nha atenção caiu lá. Seu corpo retesou. Então não foi

rna para outra. Angeline parecia que ia ter um

rumo. Estávamos bem próximos. Involuntariamente meu nariz aspirou se

har, ela fez me

para abrir e me mostrar o que quer que fosse. E no outro, a voz da sua

do na direção oposta do

Talvez, justamente por ser ela, aquela histó

r, e meus olhos ficaram atentos a qualquer movimento que ela fazia. Não foram muitos. Ela parecia um

vido. Já sabia o que era e quem. Sem chamar a atenção do professor, torci o braço

i enquanto ele ria e

E quase todos riram. Eles achavam que meu comentário er

bou e fomo

ara inflar seu ego. Lucca queria mais que todos nós. Acreditava que ele tinha chance assim como eu, mas ao contrário dele eu não queria. Até gostava de todo o treino, em como o boxe me ajudou a passar por

bíamos 8 andares. Logo abaixo de nós, algumas meninas do ba

rpos e uma saia de tule que balançavam de acordo com o andado delas. Algumas rebolavam mais, outras anda

a com ninguém. Muitos outros rumores já foram inventados, alguns diziam que era por causa da sua mãe, vulgo diretora do colégio. Outros falavam que ela tinha alguma doença, o

emicerrei os olhos no rumo d

m.... exceto sua amiga, acho que deu para entender. Ela parecia ser de... De outro mundo. Nada parecia abalar ela. Suas notas eram as melhores. Sua beleza era diferente, era exótica. Muitas ga

Lucca começou e já sabíamos como

degraus para

ram australianas, mas as características físicas delas (olhos claros, pele bronzead

arcus murmurou, descendo mais

chamar atenção delas. Eles nem percebi

ses rostinhos no

vesse escutado meu amigo, mas conhecendo

el - Lucca disse e a garota ao s

is vulgar de todas ali perguntou enquanto se aproximava d

- Marcus zombou e m

ia ou não. Seus olhos não passavam da altura mediana de nossos corpos. S

omentário totalmente desnecessário sobre e

a pegou uma mecha ruiva de seu cabelo e num reflexo seu corpo retraiu e andou m

irosos! - Lucc

ue seus olhos se fixaram na mão da

i. Depois que todas elas subiram, resta

s braços no meu ombro e no do Ma

al dos dois pegaria mais garotas. A primeira vez participei, mas vi o quanto era sem sentido

essa? - pergun

bordel para você

is tapas no trapézio

diná

nvidada em especial - fez uma pausa olhando para

or olharam. Ri junto com ele, mas nã

ou dele. - E você... Bem, até que tem algum

Marcus contrapôs - Ela te odeia,

onhece - disse de forma in

ao escutar ele falar daquela

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