Após o misterioso desaparecimento de Giulia, Belinda, sua irmã gêmea é enviada para tomar seu lugar e cumprir a missão de gerar o herdeiro da família Lombardi. "Pai, eu não quero me casar com aquele homem!" O desespero em sua voz não foi suficiente para deter o destino que a aguardava, um destino repleto de obrigações e segredos que Belinda jamais imaginara enfrentar.
─ Pai, eu não quero me casar! ─ Belinda exclamou tropeçando entre as palavras. Suas malas da recente viagem de Paris ainda estavam na sala quando ouviu o anúncio direto e seco de seu pai ─ Isso não é justo! ─ Belinda choramingou em agonia.
Exatamente, nada naquela situação era justo. Casar-se com Apollo Lombardi, o noivo de sua irmã? Com os olhos fixos em Vincenzo, seu pai, Belinda o fitou com o coração palpitante e repleto de expectativas de que tudo não passava de um mal-entendido.
─ Belinda. ─ a voz de Vincenzo soou como um aviso ─ Você vai se casar com Apollo. Quer você queira ou não, eu terei você de pé naquele maldito altar recitando as palavras após o padre.
─ NÃO! ─ em completo desespero, Belinda gritou marchando com ousadia até seu pai.
─ Não tente argumentar comigo, Belinda. ─ Vincenzo exclamou com o semblante rígido ─ Sempre fiz seus caprichos muito mais do que de Giulia, tenha consciência disso e agora sacrifique o seu corpo e seu coração pelo bem da nossa família. ─ a declaração final de seu pai acertou precisamente o coração aflito da sua filha.
Os olhos de Belinda arderam pelo acúmulo de lágrimas que por algum motivo não deslizaram por sua bela face.
Por que aquilo estava acontecendo?
Qual o motivo de todo esse desespero com este casamento?
Há seis meses um compromisso entre Giulia e Apollo Lombardi havia sido estabelecido, porém, agora, ela teria que assumir o lugar de sua irmã? Todo o cenário era no mínimo insano, Belinda ralhou em sua mente.
Com a garganta dolorida e o pulmão quase sem fôlego, Belinda avançou na direção de seu amado pai, aspirando arrancar um resquício de seu amor fraternal por si.
Mesmo na infância, Belinda já possuía consciência de que seu pai muitas vezes lhe demonstrava afeto, muito mais que para com Giulia, contudo, agora ela iria começar receber o mesmo tratamento que sua querida irmã mais nova? Todo aquele amor paternal era um delírio de sua mente? Mesmo que esta fosse uma situação no mínimo ─ injusta ─ era como que uma balança segundo o coração de Belinda. Pois nesta família, somente o seu pai lhe demonstrava amor.
─ Pai...
Belinda sussurrou agarrando a face de seu pai com ambas as mãos, que tremiam, mas ainda assim, Belinda não hesitou.
Vincenzo encarou os orbes de um azul profundo de sua filha com hostilidade. Naquele momento, Belinda compreendeu que seu pai estaria irreversível diante da situação. Ainda assim, continuou:
─ Eu imploro pai... nem mesmo conheço Apollo. ─ Belinda argumentou engolindo seco. Mesmo que sua irmã estivesse noiva de Apollo Lombardi, o herdeiro bilionário mais começado daquela cidade, tudo que Belinda conhecia eram os rumores e o que ouviu de sua irmã.
Respirando fundo, Belinda fitou Vincenzo com ansiedade e esperança e refletiu.
Meia dúzia de palavras afetuosas seriam suficientes para o seu pai mudar de ideia? É provável que não. A realidade era translúcida e a personalidade incisiva de seu pai apontavam para que nada que ela fizesse iria funcionar, porém, implorar aos resquícios de sensatez de seu pai era sua única opção naquele momento aterrador.
O pomo de adão de Vincenzo ondulou, um sinal de que engoliu a saliva lentamente, talvez, ponderando o choramingo de sua filha, pensou Belinda com esperança.
Contudo, se Vincenzo era um pai negligente com Giulia, mas amável com Belinda, sua mãe Yasmeen, tinha somente uma filha em seu coração, Giulia.
─ Belinda Pellegrini. ─ a voz profunda e calma de Yasmeen ressoou pelo salão.
A mulher na casa dos quarenta possuía uma beleza profunda. Os fios em tom carmesim deslizando como cascatas por seus ombros conferiam uma figura sensual, conforme Yasmeen descia os degraus da mansão da família.
Encarando Belinda com seus olhos em tom de cacau, Yasmeen se aproximou parando diante da sua filha mais velha.
Os ombros de Belinda tremeram diante da figura opressora que é sua mãe.
Durante toda sua vida, Yasmeen a tratou com desprezo e hostilidade, mas uma parte do coração de Belinda criou expectativas de que sua mãe pelo menos uma vez, a apoiaria.
─ Mã-
As palavras de Belinda se perderam debaixo do som afiado que preencheu o local.
O seu rosto delicado ardeu, sua bochecha esquerda ganhou um tom avermelhado pelo tapa desferido em sua face.
─ Você é uma filha ingrata, Belinda Pellegrini. ─ Yasmeen exclamou sem desviar os olhos. Vincenzo que outrora interferiria, se manteve em silêncio, encorajando Yasmeen.
Belinda por sua vez se sentia confusa.
Segurando a face dolorida, Belinda fixou seus olhos em sua mãe.
─ Depois de tudo que fizemos por você criança... você ainda se mantém arrogante, ingrata e omissa de suas obrigações. ─ as palavras de Yasmeen atingiram o coração de Belinda, rasgando sua carne de uma maneira muito mais cruel do que o tapa desferido em sua face ─ Você sempre foi sempre teve os seus caprichos atendidos por seu pai, mas quando é a sua vez de retribuir, você choraminga como uma criança gulosa por mais migalhas das mãos do seu pai.
Não era novidade que Yasmeen desprezava Belinda. De fato, não havia justificativas aparentes, talvez fosse um dos casos onde somente a psicologia podia explicar, mas ainda assim, Belinda se sentia dolorida, não mais pelo tapa, mas pelas palavras e o olhar endurecido no semblante de Yasmeen.
"Eu odeio você!"
Era a frase esculpida nos olhos de Yasmeen enquanto fitava intensamente sua filha.
─ Pare de choramingar, suba para o seu quarto e se prepare para o jantar na mansão Lombardi. ─ Yasmeen ordenou ─ E não ouse se tornar uma vergonha na nossa família, Belinda. ─ rangendo os dentes, Yasmeen concluiu aproximando-se de Vincenzo.
Era uma ordem clara e sem mais argumentos ou forças para protestar, Belinda correu pelos degraus da mansão Pellegrini rumo ao seu antigo quarto.
Em seu coração havia mágoa, raiva, tristeza e dor... dor pela injustiça de seu pai. Raiva por ter que corresponder a obrigação de sua irmã e mágoa pelas palavras ditas por sua mãe.
Abraçada ao travesseiro, Belinda chorou em silêncio.
As lágrimas molharam o tecido de algodão até que as forças do corpo de Belinda se servissem do seu ser. Enquanto em seus olhos corriam um rio de lágrimas, em sua mente havia apenas uma certeza: ela teria que ocupar o lugar de sua irmã e se casar com aquele homem odioso e arrogante, Apollo Lombardi.
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