Em meio a uma guerra de ego, poder é justiça, Helo se vê rendida por uma armadilha do destino, tendo de decidir acabar com o novo delegado ou renunciar a todos os seus ideais.
Em meio a uma guerra de ego, poder é justiça, Helo se vê rendida por uma armadilha do destino, tendo de decidir acabar com o novo delegado ou renunciar a todos os seus ideais.
Nos aproximamos e começamos a conversar com o indivíduo do carro, no meio da entrevista para nossa surpresa ele engata a marcha e sai em disparada.
Imediatamente dou um tiro no pneu, contudo ele consegue fugir, corremos até a viatura que está parada a ponto de sair, estamos eu e Rafael, meu melhor amigo e companheiro de trabalho.
Quando eu escolhi a polícia para minha vida ele veio me acompanhar, esse não era exatamente o sonho dele, porém são muitos anos de amizade e muita história pelo caminho, ele acabou sendo influenciado por meus planos.
- Vamos pegar ele! - Rafael fala correndo animado na direção da viatura.
Entramos no veículo e percorremos em alta velocidade atrás do indivíduo que corta os transeuntes da via sem observar nenhum parâmetro de segurança.
- Cuidado com os outros carros! - alerto.
A perseguição se estende e com a alta velocidade o pneu estourado vai se desfazendo pelo caminho, deixando vários fragmentos pelo ar.
- Atenção Rafael, ele pode fugir por uma estrada alternativa- Observo, enquanto peço reforço à polícia rodoviária.
- Esse já é nosso, dúvida? - Rafael praticamente grita de tanta euforia, ele adora essas perseguições.
O fugitivo mesmo sem um pneu, continua e se esforça para manter o carro em linha reta, tenta ultrapassar alguns caminhões e não consegue devido ao fluxo intenso, ele joga o automóvel para o acostamento e então começa a costurar.
O suspeito muda de pista, nos fecha dificultando a nossa parte, mas o Rafael é bom no volante e ele alcança esse desgraçado, tenho até dó quando pôr a mão nesse maldito.
- Atira no outro pneu! - Ele fala apontando o pneu do meu lado.
- Ainda não, espera passar esses carros... olha ali na frente está limpo. - Aponto logo após a curva.
Esse é um momento de muita emoção e a adrenalina nos impede de pensar direito, contudo em uma operação primeiro pensamos na nossa segurança e na população que está próxima para então agir contra o indivíduo.
Uma perseguição envolve muita coisa e não podemos colocar tudo a perder, principalmente quando tenho certeza de que esse já é nosso.
Esse carro passaria tranquilamente em qualquer lugar, salvo uma informação que recebemos de que está trazendo um carregamento de armas e drogas para a dona do Morro Sombra.
- Atira Romero, atira! Ele vai escapar... - Rafael grita em êxtase apontando o carro.
Miro e efetuando o disparo, o pneu é atingido. Missão executada com segurança, o carro perde o controle e bate no barranco na contramão da via.
Descemos com as armas em punho, o motorista desce correndo e tenta empreender fuga a pé, Rafael continua a perseguição enquanto eu dou cobertura.
- Pro chão, para o chão! - Rafael ordena e é ignorado.
Acho que estou ficando velho para essas perseguições, meu fôlego já está ofegante e minhas pernas ameaçam vacilar, paro ao ouvir dois disparos e um grito de dor.
- Filho da puta arrombado! - Rafael fala se aproximando do suspeito que agora tem o pé ferido.
O rapaz algemado tem uma boa aparência, provavelmente não tem sequer vinte e um anos, que tem uma Retornamos ao carro, e como informado o carro estava carregado de droga e com duas pistolas de uso restrito.
- De quem é esse carregamento? - Pergunto puxando-o pela camisa.
- Não sei, isso foi plantado aí... - Ele começa a falar, mas eu soco seu estômago.
- Vai falar por bem ou prefere por mal? Eu vou como você quiser! - o Rafael pergunta sem paciência.
Nesse momento, o apoio cerca a avenida e toda a equipe começam a trabalhar, a PRF organiza o trânsito, embora a minha vontade seja acabar com a raça desse maldito, há muitas testemunhas então o melhor é seguir o protocolo.
Conduzimos o indivíduo até a delegacia e agora sim, longe dos holofotes, a festinha vai começar, ele só sai daqui com um bom depoimento sobre o dono dessa mercadoria toda.
Rafael o coloca no "quartinho do diálogo" e tapa sua boca, ele nos olha com desespero e começa a negação com a cabeça.
- Vai cooperar? - Rafael pergunta enquanto estala os dedos.
- Pega leve, Rafa, ele ainda vai para a perícia, não pode estar machucado- comento com deboche - ah, o médico é meu irmão.
O meliante começa a se debater e indica que vai falar, esse é dos bons nem precisa de massagem para fazer o certo.
- É da Naty, da Naty, senhor! - Ele fala assim que Rafael destampa sua boca.
- Morro da Sombra? - Ele pergunta com um sorriso satisfatório.
- Sim senhor, mas por favor não coloca isso no papel, a Naty me mata assim que eu entrar na cadeia - Ele pede, e eu gosto da ideia de bandidos se matando.
- E de onde está vindo tudo isso? - Pergunto me sentando em uma mesa frente a ele.
Rafael puxa a cadeira e se senta também, extraímos o máximo de informações possíveis e por fim decidimos que liberar o rapaz, é mais vantajoso que prendê-lo.
- Não senhor, não faz isso! Me mata então, ou me prende, se eu sair daqui livre, sem processo e sem nada eu vou ser morto pelo crime, o senhor sabe como funciona - Ele praticamente implora e na realidade eu não me importo.
-Rafael solta ele lá no pé do Morro, esse já está liberado, eu vou registrar o B.O e quando você voltar a gente vai tomar aquele chopp- Digo sem realmente me importar, na verdade até prefiro que eles mesmos se eliminem.
- Te encontro por lá então, não vou nem voltar aqui! - Ele fala e puxa o pivete pela camisa.
- Senhor! Oh senhor, por favor não faça isso não. - Ouço os gritos pedindo mais uma vez, e ignoro fechando a salinha e indo até a minha sala para fazer o meu trabalho.
Geovana cresceu na fazenda Soledade, onde seus pais sempre foram os caseiros, e depois de se formar em medicina veterinária, ela volta para trabalhar na fazenda. Sempre foi muito querida por todos, ou quase todos. E quando o Augusto, filho do fazendeiro, retorna dos Estados Unidos, acaba se encantando com a beleza e gentileza da garota, mas eles se enxergam apenas como amigos, ou acham que é somente isso, até começarem a sentir o amor desabrochando em seus corações.
Luna é obrigada por seu marido a trabalhar com massagem erótica, ela odeia e tenta retrucar, mas a cada afronta um novo hematoma. Além humilhação do serviço, Luna descobre que está sendo traída pelo marido, descobrir quem é essa amante a faz buscar por vingança. Em meio a sua caçada, Luna terá de escolher entre fazer justiça com as próprias mãos ou viver o verdadeiro amor.
Flávia que levava a vida no crime, foi presa e ao sair da cadeia tem uma nova visão sobre a vida e o futuro. Determinada a se afastar do submundo do crime solicita uma reunião com os chefes da facção a fim de pedir seu desligamento da organização. O que ela bem sabia, é que entrar é muito fácil, mas sair é bem difícil, não que seja impossível, mas difícil. Sua vontade não é atendida e em contrapartida ainda é nomeada chefe de um dos morros mais disputados da região, o Morro Celeste. Flávia que é conhecida no mundo do crime como Rafaela, passa a comandar o morro e a lidar com todas as dificuldades do dia a dia na comunidade, tendo como maior desafio guardar seu lado afetivo e manter seu pulso firme nas disciplinas. Em sua nova realidade, Flávia vai encarar ameaças, operações policiais, inveja, conspirações e traições. A cada novo dia, uma nova oportunidade! Seu maior lema é de que não se come a carne onde se conquista o pão, mas o destino é sagaz e coloca em seus caminhos uma paixão ardente por um dos seus aliados, Tom. Por sua vez, Tom tem uma trajetória de conquistas semelhante à de Rafaela, seus sentimentos são recíprocos, no entanto ele tem um passado afetivo que pode acabar afastando esse casal. Embarque nessa aventura e descubra o que a inveja e as traições podem causar a Rafaela e se Tom resolverá seus empecilhos para ficar junto com A Dona.
Para a maioria, Verena não passava de uma médica medíocre de uma pequena cidade, mas na verdade, ela realizava milagres discretamente. Três anos atrás, Isaac se apaixonou perdidamente por ela e tentou de tudo para conquistar seu coração. No entanto, por causa de um acidente, ele ficou confinado a uma cadeira de rodas e perdeu a memória. Para ajudá-lo, Verena se casou com ele, apenas para ouvir: "Nunca vou te amar." Ela apenas sorriu e brincou: "Tudo bem, pois também não te amo." Olhando para a cadeira de rodas, ele se considerava indigna de amor, mas ela a seguia com firmeza, sem lhe deixar chance de escapar, até que, um dia, seu sorriso radiante reacendeu sentimentos que ele pensava estarem extintos...
"Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele." Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis. Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas. Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda. Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito. Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona: ☽ Aquela noite não foi um acidente; ☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro; ☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la. Pena que ela estava cansada de ser controlada. *** O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa. "Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha." Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você." "Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora."
Três anos atrás, a família Moore se opôs a Charles Moore se casar com sua amada namorada e escolheu Scarlett Riley como sua noiva. No entanto, Charles não gostava dela, na verdade, ele a odiava. Pouco depois do casamento, Scarlett recebeu uma oferta da universidade dos seus sonhos e decidiu ir para lá sem hesitação. Três anos depois, a amada mulher de Charles adoeceu terrivelmente. A fim de cumprir seu último desejo, ele chamou Scarlett de volta e lhe apresentou um acordo de divórcio. Scarlett ficou profundamente magoada com a decisão abrupta de Charles, mas optou por deixá-lo ir assinando o acordo. Estranhamente, Charles parecia estar atrasando deliberadamente o processo de divórcio, o que deixou Scarlett confusa. Agora Scarlett estava presa pela indecisão de Charles, ela seria capaz de se libertar dele?
Era o nosso terceiro aniversário de casamento, e o cordeiro assado já tinha coagulado na mesa de mármore da nossa cobertura em Manhattan. Para Alexandre Valente, o bilionário implacável, eu era apenas a esposa "apagada", um acessório conveniente que ele mal se dignava a olhar enquanto construía o seu império. O choque veio com o som da porta e o desprezo na sua voz: ele tinha passado a noite no hospital com Escarlate, a sua ex-namorada, alegando que ela era a sua única prioridade. Enquanto eu escondia a minha primeira ecografia no bolso, ele deixou claro que o nosso casamento era apenas um acordo comercial sem alma, tratando-me como um estorvo na sua vida gloriosa. Fui humilhada pela sua indiferença e pressionada pela minha própria família a aceitar as migalhas de afeto que ele me atirava. Alexandre protegia Escarlate como se ela fosse uma santa, acreditando na mentira de que ela o tinha salvo anos atrás numa mina, enquanto me ridicularizava por ser, supostamente, uma mulher sem educação e sem utilidade para os seus negócios. O que ele ignorava era que eu era o "Oráculo", o génio da medicina que ele tentava contratar a peso de ouro para salvar o seu legado, e a verdadeira rapariga que o carregara ferido daquela caverna escura. Ele estava a dormir com a traidora que o manipulava e a expulsar a única pessoa que detinha as chaves do seu futuro. Naquela noite, a minha paciência esgotou-se e a "esposa inútil" morreu. Deixei o anel de diamantes e os papéis do divórcio assinados sobre a sua almofada de seda, renunciando a cada cêntimo da sua fortuna. Saí daquela gaiola dourada para retomar o meu lugar no topo do mundo científico, deixando Alexandre descobrir, da pior maneira, que a mulher que ele destruiu era a única que o mantinha vivo.
Durante cinco anos, vivi como a Sra. Juliano Viana, a esposa troféu que sorria em bailes de gala enquanto meu marido levava o crédito por cada patente científica que eu mesma escrevia em segredo sob um pseudônimo. No dia do meu aniversário, o castelo de cartas desmoronou quando descobri que ele não apenas me traía com minha melhor amiga, mas planejava vender minha pesquisa revolucionária e me internar em um hospital psiquiátrico para garantir meu silêncio eterno. Em poucas horas, fui expulsa da minha própria casa sem um centavo, acusada de fraude corporativa e perseguida por mercenários nas ruas de Nova York. Vi meu nome ser arrastado pela lama enquanto Juliano usava meu gênio para construir um império de mentiras, deixando-me à beira da morte em um beco escuro sob uma chuva torrencial. Não conseguia entender como o homem que jurei amar podia ser o arquiteto da minha destruição, transformando minha dedicação em uma arma contra mim. A injustiça queimava mais que o frio da noite; eu era a criadora de tudo, mas para o mundo, eu não passava de uma sombra descartável e instável. Quando as luzes de um carro blindado cortaram a escuridão e Augusto Silveira, o maior rival do meu ex-marido, estendeu-me a mão, percebi que meu tempo de silêncio havia acabado. Entrei naquele veículo pronta para desmantelar o império Viana, sem saber que carregava no ventre o segredo que tornaria essa guerra definitiva.
Claudia e Anthony se conheciam há doze anos. Após três anos de namoro, a data do casamento deles finalmente foi marcada. A notícia do casamento chocou toda a cidade, deixando as garotas morrendo de inveja. No início, Claudia estava muito feliz. Mas no dia de casamento, Anthony a abandonou após atender uma ligação. A notícia sobre o infortúnio dela se espalhou como fogo e ela logo virou alvo de chacota. Para surpresa de todos, mais tarde, Claudia postou uma foto de sua certidão de casamento nas redes sociais. "Chame-me de senhora Dreskin de agora em diante." Ao mesmo tempo, Bennett, que raramente compartilhava sua vida pessoal na internet, fez um post: "Agora sou um homem casado." Todos ficaram em choque e acharam que Claudia era a mulher mais sortuda do mundo, pois ela se casou com Bennett Dreskin, um homem mais bonito, rico e poderoso que Anthony. Não eram poucas as pessoas que tinham inveja de Claudia e fofocavam sobre ela, pensando que era apenas um casamento por conveniência. Mas Claudia simplesmente as ignorou e se concentrou em sua própria vida. Um dia, em uma entrevista, Bennett revelou com um sorriso: "Casar com Claudia foi a melhor coisa que já aconteceu comigo."
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