img Tudo por Ela - Amor e Vingança  /  Capítulo 4 A prisão | 2.35%
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Histórico

Capítulo 4 A prisão

Palavras: 1813    |    Lançado em: 02/01/2023

(nar

stava atordoada por ter sido capaz de usar aquilo. Deixei a pistola sob

o outro lado da porta. - Não sei o que es

zer. A minha filha ainda estava escondida ao lado do sofá, às v

ue ir ao

vagabunda! - vocifero

ava nerv

a, vadia! -

olícia que logo invadiu a casa. Tentei me

alvoroço dentro de nossa casa. Quando estendi a

i, mas ela fugiu

icos estavam distraídos socorrendo o L

na frente da minha barriga, - tudo o que disser será usado c

Atravessou a porta e fo

hou-se ao lado de Lu

o acusador apo

ou a minha cabeça, obrigando-me a sentar no banco traseiro. Quando o veículo começou a andar, olhei a casinha bra

inha filha daquele monstro sem coração. Fitei as

ava uma mecha dos fios platinados com o dedo indicador e emitia estalos enquanto mastigava

antinho onde tinha uma c

ou a mulher corpulenta que

legacia. Se eu tivesse vindo para denunciar o Lucca ao i

o, girei o registro e enfiei a mão

? - A pergunta ve

rada desencostou da

matei

sse s

e, - a minha voz se

nta robusta debochou. - Nós tam

distância da pia nojenta. Eu

ez isso com você? - A loi

os hematomas do meu rosto. Cada osso

ituta, - respon

ançou sobre mim. Puxou os meus

ha namorada, - chacoalhou a

z saiu tremida devido a

de sacudir, mas continuou torcendo

esc

ha boca, machucando ainda mais. - É

na cintura, tirou o ca

sa bagunça ag

hona se afastou enquanto

entendeu! - A policial ficou para

egendo-me do frio. "Não devia ter feito aquilo!", as lágrim

.

a com medo que uma daquelas mulheres fize

travessando as grades da janela quadrada no alto da pared

ie Co

ra policial que

evantei a min

ha co

podia para sair daquela cela. Nunca ma

ser

uxou-me pe

havia uma senhora com o bra

outora! Trou

cou a cadeira c

e parou ao lado da por

ribunal para você! - A d

or

de ocorrência. Você está sen

agredindo e queria b

ra, o olhar clínico avalio

a na cela ontem a noite,

ade? - A dele

ses hematomas quando me t

não o denu

pós lembrar do fiasc

tem um

esignado para o seu caso. Po

aqui. Estava triste por saber que não veria mais a Bella e por não ter ideia de com quem ela fic

a para a ala prisional. Quando eu cruzei as

ela, fui para um canto onde sentei e fiq

s detentas. Nos levaram para um local com mesas na sala de visitas. Olhei em volta

colocou a mão nas minh

ação humilhante. Nunca pensei que el

, que

faz aqui

- Apontou para os me

para falar com

a filhinha? - in

chegar pert

stiver lá na sua antiga casa, vo

vadia. Eu ainda estava algemada quando pul

le rostinho lindo contra

em meus braços para me afastar da mulher qu

rou o dorso nasal enqua

eu ainda me recusava a permitir que

u estar ali. Era o Lucca quem deveria estar preso.

corredor. - Atirei no meu marido por

comodar. Apesar de tudo, continuei

nocentes! - Uma das

s porque cometeram

se aprumou diante de mim,

vocês, - o ódio por aqu

a chute, soco e pontapé. Não sabia de onde vinha, apenas me encolhi tentando me proteger das pancadas violentas. Cada osso d

o no rosto, buscando o ar. Em meio às dores, olhei

nta! -

u uma medicação para aliviar a dor. Apesar das marcas arroxeadas espalhadas p

emas. Esfreguei as marcas vermelhas em m

comigo,

l onde me entregou o casaco sobretu

está

queei as s

ue essa roupa e dê u

vesti o sobretudo. Acompanhei a policial que me levou

da que martelava em minha mente: "quem me ajudou?" Eu nem tinha

estava dentro do carro luxuoso estacionado em frente a delegacia.

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