img Império da Máfia: Trigêmeos  /  Capítulo 4 Phillip McRoyt | 3.81%
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Histórico

Capítulo 4 Phillip McRoyt

Palavras: 1495    |    Lançado em: 30/05/2022

em qualquer lugar que fosse. Lembraria se a visse. Tão linda como é, com aqueles cabelos ondulados e ruivos,

. Não tem porque sair daqui, afinal temos tantos negócios difíceis, que pr

o. Já eu, estou no meio termo. Tenho trabalhos importantes, como averiguar carregamentos, avaliar as finanças, e às vezes até mandar alguns reca

me revirava o estômago. Eu gosto da boa vida, da grana e do poder que temos. Mas não gosto da parte de ter que

da familiar. Hoje o dia será cheio. A máfia dos McRoyt está se organizando para executar um cara que deve há muito tempo, para uns comerciantes e parece

ões nas pessoas. Mostrar seu poder. Sente-se o dominador sobre todos. E é mesmo. Os McRoyt são temidos por todos, e ninguém

meios que temos para garantir segurança, e poder usar quando precisarmos. Hoje também, terá um carregamento de armas, que terei de averig

um colaborador nosso. La Nostra Casa. São latinos,

Dublin, até que meus olhos param. Uma mulher de costas para mim, com os cabelos longos, laranjas, com reflexos dourados. Só podia ser ela. Está sentada com um homem mais velho, cabelos gr

- Ela se vira para olhar e me perco mais uma ve

parece sur

Desculpe interrompê-los, apenas vim me certificar de que

spital para realizar mais alguns exames e está tu

a de cenho fran

quem a atropelou ontem a tarde. - O

sorte que pegou uma escocesa forte, ou

ossos são mais densos. - Solto uma risada, nunca tinha ouvido isso. Mas bem, eu podi

res sorrisos. - Se me dão licença, vou voltar ao

gente, né pai? - O

fique a

dela, inspiro mais forte para guardar mais de seu cheiro. Ouço-a continu

a. - Vou ter uma apresentação daqui a três semanas, estou muito ansiosa. O médico do hospital m

minha frente. É como se eu não estivesse ali, ou se eu fizesse parte deles, e não se importassem de falarem sobre assuntos pessoais na m

m, não posso perder mais nenhum! -

levarei, para não arriscar ser atropelada de n

primeiro porque a atropelei e posso usar isso para dizer que me sinto responsável, depo

ington

tinha ouvido esse nome. Era o cara que tinha a morte encomendada. Puta que pariu! O pai de Amélia era o

tocando levemente em meu braço. Seu toque

o olhando-a e

ficou p

rtante, preciso ir. - Aceno com a cabeça e dou u

deria dar muita merda nesse caralho. Volto para o escritório ainda em transe. A garota que m

brilhantes. Passo em casa para um banho antes de ir para o local da conferência das armas. Preciso reagir, onde já se viu um McRoyt abalado

l e deu a maior confusão. Acabando com dois dos nossos baleados e um dos deles morto. Eu odeio essa parte, eu tinha atirado em algun

Fecho os olhos e lembro da risada de Amélia e sorrio também. Já estou ficando excitado, a mera lembrança daquela menina. Me masturbo pensando nela

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