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Contos Eróticos - Nossa Paixão é Incontrolável
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Capítulo 1 Médico de Família Parte 1
Palavras: 462    |    Lançado em: 26/05/2022

MÉDICO DE FAMÍLIA

Ele é o médico do meu ex marido.

Marcos.

Desde a primeira vez em que fui com meu ex em uma consulta, ele me tratou diferente.

No começo achei que era pelo fato de eu ser mais comunicativa do que meu marido.

Eu sou aquele tipo de mulher que faz amizade até em fila de banco.

Mas então ele passou a concentrar a atenção em mim.

Cem por cento.

Eu chegava com Ricardo, meu ex, mas o doutor Marcos ficava oitenta por cento da consulta conversando comigo.

Meu ex marido não é um homem agradável. Ao contrário, ele acha que a função da mulher na terra é foder e cuidar da casa. E por isso nosso casamento não deu certo.

Eu sou uma esteticista muito bem estabelecida e nunca precisei de homem para me sustentar.

Não ficamos casados nem por um ano.

Todos na família de Ricardo se consultam com Marcos. Eu nunca precisei dele como médico, mas sempre acompanhava meu marido às consultas.

Não sou uma mentirosa. Era lisonjeiro ter um homem como aquele me dando atenção.

Pensei muito antes de marcar uma consulta para mim, já que tive várias sessões de masturbação tendo Marcos como protagonista das minhas fantasias, mas depois afastei da cabeça qualquer dúvida.

Claro que em um mundo real, ele não iria querer nada comigo.

Nossa cidade está cheia de gatinhas de dezoito loucas um pau e uma carteira recheada de dinheiro. A concorrência é desleal.

Conforme os homens vão ficando mais velhos, parece que precisam de afirmação de que ainda são gostosos e, aparentemente foder alguém bem mais jovem é melhor para eles do que fazer terapia.

Além disso, Marcos é um moreno lindo de trinta e oito anos e deve ter muitas mulheres desejando-o.

Eu sou... média.

Aos vinte e cinco anos, tenho um metro e sessenta e cinco e sessenta e oito quilos.

Nem gorda, nem magra. Seios pequenos, cintura fina, quadris largos e cabelo loiro escuro. Eu não me considero uma linda, mas sempre fui muito paquerada.

Eu adoro sexo e essa era outra incompatibilidade entre meu marido e eu.

Ele gastava muito tempo na academia admirando o próprio corpo na frente do espelho. Ele também enchia seu corpo de anabolizantes para ficar cada vez com mais músculos, mas apesar disso, na hora do sexo, deixava muito a desejar.

Eram raras as vezes em que eu não ia para o banheiro depois de fodermos para terminar de me satisfazer.

Desde que eu me separei, há pouco mais de três meses, ainda não estive com um homem e meu corpo dói de tensão.

Eu não sou promíscua.

Eu preciso me sentir verdadeiramente atraída por alguém para poder ter sexo com a pessoa e até agora não encontrei um que me interessasse.

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