er em qual
m depois. Já morri tantas vezes que as memórias se confundem; vidas inteiras se dilu
s vezes, penso que não fui eu quem viveu tudo isso, mas sim uma sucessão de sombras que me moldaram
ta é que esta seja, de fato, a última vida. O fio que me prende aos perversos
e algo
il, quase invisível, mas que pulsa dentro de mim. É como se uma
idas, não aceito calada. Sinto dúvida, sinto medo, mas acima de tudo esperança; talvez essa seja a par
nte, aqueles que carregam
a gesto deles parece carregado de um silêncio antigo, como se suas al
seriedade em seus olhos que não consigo compartilhar. Eu os obs
ão de que devo esperar. Não sei se essa espera é uma condenação ou uma misericó
um, como se respondessem a um chamado que apenas eles podem o
para
rente do outro plano, transformando segundos em eternidades. Obs
olhas sejam minhas, ainda que me levem à ruína. Melhor a
cebo quando o espaço ao redor se abre para revelar uma árvore imensa. Seu tronco é retorcido, antigo, mas o que me prende s
uma mulher. Seus cabelos descem em ondas escuras, e seu rosto parec
asse em voz dentro de mim. Ela inclina a cabeça e aquele terceiro olho arde, e sinto com
o vazio e a fome que
e não há como neg
amento. - Foi ceifada antes da hora, sempre interrompida, sempre arrastada pela
o de mim - memórias de mortes, de amores ar
mulher ergue o queixo, e o terceiro olho pulsa como u
ganta est
como verdades que
. - Em cada vida, só fui conduzida. Morrendo cedo demais. Perdendo antes mes
m julgamento, refletindo apena
lhe na história deles - ela inclina a cab
e ela diz é verdade, e
rado eras para emergir. - Não quero ser apenas uma sentença que alguém escreveu para
contra eles... - Sua voz é calma, mas o aviso é claro. - Tod
sim de fervor. - Não aceito continuar sendo apenas uma ch
, e sinto que ela me atravessa por
mor seja arrancado de mim. Quero viver sem que cada vida termine
entre nós. Então, a mulher fala
orte; teme a vida q
imas queimam, mas junto
Pela primeira vez, quero ditar os
êncio, e, nesse silêncio, sei
uda na
e, delas, escorrem rios de cor - azul, verde, roxo, laranja, dourado, vermelho vivo, rosa, preto e br
ha com intensidade impossível, cada tom se movendo so
erdade antiga demais para ser negada. - Ele não pertence aos deuses
erceiro arde, e sinto que aquela oferen
a sentença que sempre lhe foi imposta. Este é o
a é quente, viva, e as cores escorrem pelos meu
sua voz vibra com
curso do mundo. Nenhum deus perdoa a insolência de
ecoa dentro de mim com
sua própria canção, ou seguir dançando ao
, a resposta já me consome: não dançarei
eza. Levo-o aos lábios
rrancada cedo demais, o vermelho reata a ligação com o outro mundo, o roxo reabre passagens seladas, o laranja se ergue me protegendo, o dourado cura a minha alma e cada parte do meu corpo
corpo, atravessam meu sangue,
erdadeira, aquela que só se manifestará quando completar vinte e u
ssolve em meu ser, sou tomada por do
o espaço suspenso
o um olho aberto sobre o destino. Seu brilho cobre a terra em véus de escar
labaredas vivas, e minha descida se transforma em umDo Latim, fr

GOOGLE PLAY