alavras que acabara de ouvir não eram apenas cruéis, eram uma sentenç
ria aque
idas de jogo de seu falecido pai. A família Lancaster era um enigma envolto em luxo e dis
io que ela estava prestes a integrar
, ela se recusava a ser o peão que facilitaria um assassinato. Ela não conhecia Sebastian Lancaster, mas o pens
um escárnio cortante, a trouxe
sposa do alejado? Já está quase n
l de alerta final. Eles estavam subindo. Em seg
girou sobre os calcanhares. Movendo-se na ponta dos pé
uma agonia de si
o de noiva desarrumado e os olhos transbordando o
ana. Se o plano deles dependia dela, Lizandra Sullivan acabara de se t
adas com um clique quase imperceptível, os pulmões ardendo pela fa
afiada, um contraste gritante com o pânico q
mo um combustível inesperado. Ela não era mais apenas uma noiva co
o agulha. Com as mãos ainda levemente trêmulas, ela pegou a caneta e assinou o
la queria descobrir quem eram os conspi
amava, o contraste entre o cinza e o preto do ambiente e o rosa sutil de sua maquiagem, parecia refletir
o uma luz dourada sobre o mármore. O ar cheirava a flores raras e a perfumes caros, emanando das pessoas elegantes que c
r muito tempo. Sebastian Lancaster estava sentado em uma cadeira de rodas tecnológica, vestido em
em desfigurado, uma sombra abatida
perturbadora. Mesmo imóvel, suas feições eram esculpidas como as de uma estátua clássi
a. Mas o olhar de Sebastian era vago, perdido em algum ponto invisível no hori
ça dela, para Sebastian, Lizandra
que o plano para a continuidade de sua linhagem seguisse sem falhas. Lizandra
e sorrisos falsos, estavam o homem e a mulher que ela ouvira

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