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chuva batendo contra as imensas vidraças. Lizandra Sullivan encarava seu próprio ref
xava um fio sequer fora do lugar, mas por dentro, Lizandra sentia que estava se desfazendo em mil pedaços. Não havia bril
destino: um termo de consentimento para inseminação
ia Lancaster deixara o quarto com a fr
gisse uma emergência, e para Xavier a emergência havia chegado. Sebastian, um homem que ela nunca beijou, com quem nunca dividiu um segredo, e que agor
a um receptáculo. Uma incubadora para garantir que a linhagem da
- sussurrou Lizandra, sua v
i, Robert, era u
s Sullivan como um incêndio. Xavier Lancaster, o antigo "amigo" que detinha as promissórias, não teve
s olhos castanhos. A ideia de carregar o filho de um estranho, um homem que ela
O pânico, antes contido, agora subia por sua garganta como ácido. Ela não podia fazer isso. Não
so súbito, Lizandra
ecia um túnel sem fim. O coração batia tão
alguém? E se Xavie
o elevador. O som metálico da ch
de noiva e com os olhos marejados, o esc
izandra inclinou-se e arranc
u o elevador e correu em direção à p
s em uma fuga frenética, o som da seda do vestido de noiva raspando no chão era o único aviso de que a fu
sua mão direita, o coração um tambor frenético em seu peito. Faltavam apenas do
piratórias e pertur
cúmplice, ecoou no poço da escada
eus olhos se arregalaram e ela se pressionou contra a parede, fundindo-se com as sombras. Ela
iam, a noiva em fuga, u
iria saltar pela garganta. O tempo parecia se dilatar enquanto ela ouvi
taram o ar frio, gelando
r era ansiosa,
bem arquitetado? Não tem fu
r muito. Já tenho tudo bem planejado. Meu pai está me apoiando. - O riso do homem ag
ou, a voz como v
m que a tal da Lizandra Sullivan fizer a inseminação artificial e ficar confirmado qu
u ao redor d
va apenas fugindo de um casamento forçado, ela tinha acabado de ouvir a conspiração para
que daria legitimidade
oblemas. A escuridão da escada não escondia apenas fugitivos, escondia assa

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