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ixo de muita proteção e regras bastante rígidas. Para ir ao curso, por exemplo, eu precisava estar acompanhada do meu irmão mais velho, da minha mãe ou até
quela criação extremamente protetora continuou
nosso bairro e cresci aprendendo a ser uma pessoa extremamente caseira. Enquanto minhas amigas começavam a descobrir festas, namorados e outras coisas da adol
ersidade pública para cursar Pedagogia. Foi uma felicidade enorme para meus pais, que sempre depositaram muitas expect
ma liberdade à qual n
ompletamente diferentes das minhas. Somente então comecei a descobrir, na prática, coisas que até aquele mome
mo
ar al
r s.
ugares, embora ainda carregasse muito daquela criação comigo. Antes de começar o segundo período da faculdade, eu já estava de
o dele para tr.ansar. Eu estava principalmente tentando descobrir
o que havia de tão
era que nun
eu mal tinha começado a sentir alguma coisa. Depois, vinha com a desculpa de que a ca
e ficava pensando se o
o gostasse tanto de s.exo
e convidou para ir até sua casa. Precisávamos fazer ju
o que estava me esp
ã de mãe e mor
, ela fez questão
do conhe
tro de mim simples
eito que causavam quando entravam em algum lugar. Tinha aproximadamente 1,80 metro de altura, cerca de setenta quil
lhos dele que
penetrante, seguro,
com dois beijinhos no rosto e, por algum motivo que eu mesma não c
ou a bater em um
has mãos
absu
do de conhecer
ficou me olhando diretamente nos olhos, tive a
prazer
antes de cons
todo meu, s
le aumentou
para esconder aquele n
onde estava o computador, porque precisava desesperadamente me afas
entrar na pesquisa, minha cabe
faculdade, Mariza
muito de te conhecer... Fal
aquele pulinho r
recer ind
dele. Achei-o
expressão desconfiada e res
enina... Meu pai não é f
r
r aquilo com
ais de uma semana quando
você... Quis saber por que
chei realmen
ra ela,
á que ele pergunt
eu ri
falou, ficou gamadão
brincando, aquelas palavras mexeram comigo d
me lembrando da primeira v
orr
meçando a fic
gura
vo
mente aqu
certo dia, abri meus e-mails e encontrei um
disparou i
b
esqueci de você... Será q
ra a tela durante
ia se r
nseguido meu endereço de e-mail, e
que fiquei
it
sse em encontrá-lo. A cada mensagem, Sérgio escrevia coisas bonitas, fazia e
, comecei a
meiros e-mails eu já tin
medo era Mar
isso, havia uma diferença de vinte e dois anos en
onfusão para
ntrá-lo com uma condição: tudo
quinta-feira, à
aria às
aulo. O movimento era intenso, mas ele procurou uma parte mais reservada. Os vidros fumê do carro impediam que a
a que mal conseguia
puxar para perto dele e beijar minha boca com tanta inten
diferente dos beij
maneira como aque
riên
rm
eu comigo im
à nova investida, empurrando-o com uma das mãos contra seu peito. Sérgio segurou m
segui controlar. Quando sua mão começou a apertar meu peitinho, levei um
ortes foram minando o restinh
deix
lça da minha blusa, colocar meu pe
ava os vultos das pessoas passando perto do carro. O medo de algu
io... Para..
mo e propôs me levar para
apav
vando para a faculdade, e ainda co
se poderíamos nos encontrar novamente na semana seguinte.
fez um
você viesse de

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