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Sem Censura (CONTOS PROIBIDOS)

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Capítulo 1 Coroas

Palavras: 1469    |    Lançado em: 31/08/2026

ixo de muita proteção e regras bastante rígidas. Para ir ao curso, por exemplo, eu precisava estar acompanhada do meu irmão mais velho, da minha mãe ou até

quela criação extremamente protetora continuou

nosso bairro e cresci aprendendo a ser uma pessoa extremamente caseira. Enquanto minhas amigas começavam a descobrir festas, namorados e outras coisas da adol

ersidade pública para cursar Pedagogia. Foi uma felicidade enorme para meus pais, que sempre depositaram muitas expect

ma liberdade à qual n

ompletamente diferentes das minhas. Somente então comecei a descobrir, na prática, coisas que até aquele mome

mo

ar al

r s.

ugares, embora ainda carregasse muito daquela criação comigo. Antes de começar o segundo período da faculdade, eu já estava de

o dele para tr.ansar. Eu estava principalmente tentando descobrir

o que havia de tão

era que nun

eu mal tinha começado a sentir alguma coisa. Depois, vinha com a desculpa de que a ca

e ficava pensando se o

o gostasse tanto de s.exo

e convidou para ir até sua casa. Precisávamos fazer ju

o que estava me esp

ã de mãe e mor

, ela fez questão

do conhe

tro de mim simples

eito que causavam quando entravam em algum lugar. Tinha aproximadamente 1,80 metro de altura, cerca de setenta quil

lhos dele que

penetrante, seguro,

com dois beijinhos no rosto e, por algum motivo que eu mesma não c

ou a bater em um

has mãos

absu

do de conhecer

ficou me olhando diretamente nos olhos, tive a

prazer

antes de cons

todo meu, s

le aumentou

para esconder aquele n

onde estava o computador, porque precisava desesperadamente me afas

entrar na pesquisa, minha cabe

faculdade, Mariza

muito de te conhecer... Fal

aquele pulinho r

recer ind

dele. Achei-o

expressão desconfiada e res

enina... Meu pai não é f

r

r aquilo com

ais de uma semana quando

você... Quis saber por que

chei realmen

ra ela,

á que ele pergunt

eu ri

falou, ficou gamadão

brincando, aquelas palavras mexeram comigo d

me lembrando da primeira v

orr

meçando a fic

gura

vo

mente aqu

certo dia, abri meus e-mails e encontrei um

disparou i

b

esqueci de você... Será q

ra a tela durante

ia se r

nseguido meu endereço de e-mail, e

que fiquei

it

sse em encontrá-lo. A cada mensagem, Sérgio escrevia coisas bonitas, fazia e

, comecei a

meiros e-mails eu já tin

medo era Mar

isso, havia uma diferença de vinte e dois anos en

onfusão para

ntrá-lo com uma condição: tudo

quinta-feira, à

aria às

aulo. O movimento era intenso, mas ele procurou uma parte mais reservada. Os vidros fumê do carro impediam que a

a que mal conseguia

puxar para perto dele e beijar minha boca com tanta inten

diferente dos beij

maneira como aque

riên

rm

eu comigo im

à nova investida, empurrando-o com uma das mãos contra seu peito. Sérgio segurou m

segui controlar. Quando sua mão começou a apertar meu peitinho, levei um

ortes foram minando o restinh

deix

lça da minha blusa, colocar meu pe

ava os vultos das pessoas passando perto do carro. O medo de algu

io... Para..

mo e propôs me levar para

apav

vando para a faculdade, e ainda co

se poderíamos nos encontrar novamente na semana seguinte.

fez um

você viesse de

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