img Red Queen - Feita para Queimar  /  Capítulo 3 Roxanya | 27.27%
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Capítulo 3 Roxanya

Palavras: 1876    |    Lançado em: 26/08/2026

quele corredor miserável fosse a entrada de um palácio. Ela estava com um vestido azul que parecia chique demais para aq

ueixo parecia feito para lembrar a qualquer um que ela se considerava melhor do

imentos e impulsos. Talvez fosse esse o motivo pelo qual ela nunca soube lidar comigo de forma equilibrada, sempre me medindo e nutrindo uma inveja enrustida e mal disfarçada

dos daquele desdém elegante que ela usava como joia - uma expressão

quela inveja mal contida e do veneno habit

ue qualquer palavra pudesse escapar pelos meus lábios. Seu comportamento e sua energia contaminavam qualq

rto a essa hora da manhã só pra vir com e

sseria não tinha surtido o efeito esperado; afinal, ela nem

voz cheia de sarcasmo e uma pitada de divers

intenção de ceder ou suavizar a atmosfera ten

ruquei, deixando claro que não pretendia me s

o se fosse uma emoção natural e sublime

se, sua voz carregando um tom de falsa in

capou dos meus lábios, uma reação rápida que denu

o meu quarto com toda essa cara de quem veio pronta para me irritar só para confirmar uma fofoca antiga e irrelevante. Então, para pou

se fosse exatamente essa a resposta que ela esperava arrancar

esse reclamar com quem te deu esse nome e, em segundo lugar, touché - sussurrou com um sorri

da seca, carreg

confirmar isso? Que patét

s lábios dela, como se tivesse alcan

por que o Zack finalmente se cansou de você - pr

o sentido que ela desejava. Em vez disso, so

migalhas do que nunca conseguiu ter inteiramente - retru

smo sabendo que poucas pessoas conheciam mel

eemência. - Como se todo mundo estivesse constantemen

- respondi fria

amente seu olhar percorreu meu corpo inteiro,

respondeu. - Nem tudo

seu tom. - Então, explica por que você entrou

sável, feita de farpas afiadas demais para serem chamadas de conversa. Era uma dança amarga e

bonita, delicada, refinada, a garota que parecia trazer a elegância de outro mundo. J

e usava quando se sentia superior. - Você destrói tudo o que toca e, dep

direção, e foi o bastante

s pior porque você passou a vida toda querendo o que é meu, mas nunca teve

que dividem o mesmo rosto e, ainda assim, se odeiam por saber exatamente onde do

ilou Ravenna, a voz repleta de desprezo. - E depois fica aí,

m rouco carreg

ocar se pudesse, não

Ravenna se sentisse corajosa naquela manhã, porque aquilo foi o limite para minha paciência. Agarrei seu pu

vadia - falei, palavra por p

que escapasse imediatamente. Os olhos az

ordenou, a voz saturad

seu lugar, porra - respondi co

ula, como se aquilo tudo fos

confundindo tudo, já que, pelo que sei, você ainda m

amente onde ela queria que doesse. Imediatamente soltei o pulso

meu quart

- provocou

ada, o tipo de calmaria que em mim sem

e arranco esse aplique de segunda qual

oisa também. Aquela inveja antiga, feia, impossível de esconder por completo, e não importava o quanto el

omo se pudesse apagar o mome

eu lado por muito tempo, aliás foi só

discurso feria profundamente, m

sarcástica - que o caminho já está totalmente l

afiadas e ensaiadas, mas, para minha surpresa, Ravenna lançou um último olhar carregado de desprezo, sustentou a

a porta e deixou escapar s

sua cabeça, e eu vou adorar cada segund

na parede fria e

vida inteira invejando a própr

uma expressão de raiva reprimida, antes de bater a porta com

esado de ressentimentos antigos, como se a atmosfera estivesse impregnada de um odor podre formado pelas antigas feridas que nunca cicatrizar

ssentimento inquietante que parece escorrer lentamente pela pele, como o silêncio pesado que a

, essas intuições trazem notícias ruins e, naquela manhã em particular, antes mesmo de cruzar a porta

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