ítu
XA
s o tempo era curto demais para me preocupar com pequenos detalhes. Sabia que meu turno no The Rusted Halo, o bar decadente onde eu trabalhava, começaria em menos de trinta minutos. Já estava absurdamente atrasada p
ssos para sair do quarto, ouvi
aralho, Roxanya - disse ela
e revirei os olhos num gesto automático de cansaço e impaciênci
e desgaste, enquanto dava as costas ao quarto de uma vez. - Qual é o seu proble
va para a rua; os braços cruzados sobre o peito numa postura defensiva
e tivesse terminado com Zack porque quis, como se fosse uma grande conquista largá-lo quando bem entendesse, mas veja só.
ouvir para sentir um ódio instantân
aralho? - exclamei, não conseguind
um jeito amargo e sem o
nha olhar pela janela e veja com seus p
para rebatê-la com qualquer coisa que servisse para encerrar aquela conversa inútil. No entanto, as pala
decadente, completamente alheio a qualquer problema. Uma perna estava dobrada, o c
ntador e sedutor à primeira vista. Zack Callahan parecia uma estrela do rock, com aquele ar de despreocupação e charme selvagem que tornava quase impossível resistir, e agora ele estava ali,
rder o controle. Eu estava cansada desse jogo tóxico de vai e vem com ele, daquela sensação constante de que ele sempre achava
tou uma risada sem nenhum
é pouco - e
rça que meus dedos começaram a doer, sentindo a necessidade de
spondi com voz firme e fria
la com passos decididos, disposta a lidar com aquele filho da puta
? - indagou Ravenna, embora so
se desgraçado e
percebi os sons dos meus pés contra o chão áspero do jardim seco, onde as plantas já não tinham força para crescer, simbolizando o estado miseráve
ndo perder o controle e reagir impulsivamente. O desgraçado tinha a audácia de sorrir daquele jeito, tentando me provocar, quer
firmemente e a respiração pesada, tentando man
aixa, tentando achar uma b
me dominando. - Que porra você está fazendo na frente
to, magro e surpreendentemente atraente, mantendo aquela calm
z carregada de seriedade, emanando um pes
seca, sem o menor
s conversar" acabou quando mandei você sumir da minha vida - retruquei, fi
r, desviando o olhar por um segundo, te
m raiva - confessou, tent
última cerveja da geladeira. O que eu estou sentindo é tão forte que pre
tivesse tentando manter a calm
surto, Roxy? - perguntou ele, ordenando uma r
sada sem um p
estacando a palavra
s na sua cabeça, alimentou fantasmas que não existem e decidiu des
ferveu inst
e purpurinado, é invenção minha agora? - desafiei, minh
ocação o atingiu em cheio. Isso só serviu para alimentar todos aq
os circuitos importantes, e quer mesmo que eu acredite que isso não tem nada a
indo como se quisesse se matar, caralho - rebateu s
o, desafiando sua autorida
gurança até começar a ficar ocupado demais fodendo a sua groupi
idores e tratando tudo como verdade absoluta - respondeu ele, indig
ependido depois de passar semanas grudado naquela vadia? - devolvi com
cureceram em uma
baixa e ameaçadora, mostrando que parec
e atingiu com força máxima, e meu sangue volt
é? - soltei, desafiadora, fazendo-o en
olhando com incredulidade. - Caralho, Roxy, você pega qu
a da puta que está por trás daquele capa
ar o rosto de Zack. Naquele momento, parecia que a situação começava a descontrolar-se para ele també
e meter em briga com ninguém - avisou
peito, pulsando com um ódio profundo
alho! - gritei
le se enrijecia, tremendo e se fechando com tanta força que parecia prestes a se partir - era o típico sinal inconfundível de quando ele estava
perguntou, como se esperasse que e
a minha vontade e mostrar que não havia mais e
finitiva. - Agora, desapareça da minha frente para sempre. A partir deste momento, você está oficialmente livre para enterrar o seu pau naquela vadia nojenta quantas veze
s olhos continuavam fixos em mim, como se estivesse tentando decifr
rguntou, pronunciando meu nome de um jeito que soou co
ndo fixamente nos seus olhos. - E agor
dos sorrisos carinhosos que ele costumava me dar, aquele era o tipo
o - mu
apreensão, porque eu conhecia Zack tempo suficiente para sabe

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