nesse lugar ou tá fugindo dos outros... ou tá com o rabo cheio de medo. E eu
na contenção dos acessos, cachorro latindo atrás dos barracos de tábua e aquele cheiro forte de café queimado misturado com maconha barata
ando com o paletó de grife e já fi
ta o r
visão pr
descendo
udo no sapati
braço deles, é bizarro. Criança armada brincando de guerra antes mesmo de aprender o que é viver de verdade no asfalto. Alguns ainda têm rosto de menino de escola, mas o brilho do olho já morreu f
exatamente naquela idade, na mesma merda. Magro. Com a fome roncando no estômago. Revoltado com o mundo inteiro e com o Estado que matou meu pai. A ún
cansado d
fora, olhando da rua, parece só mais um barraco qualquer perdido no meio da favela, todo ferrado. Tijolo cru, parede ma
, os monitores tão todos ligados mostrando as câmeras de alta definição espalhadas pelo complexo inteiro. Tem garrafa de uísque
a cadeira de couro. Depois arranco o distintivo
intivo no peito, eu mando a polícia subir o morro com o caveirão e quebrar tudo. Com esse mesmo distintivo, eu mando a polícia recuar, segurar o plantão e deixar o caminho livre. Com essa farsa dourada, eu enterro inquéritoda hoje, parecendo um turbilhão. Não é pelo efeito do álcool, não. É pela pressão do jogo. Pela adrenal
delegado linha-dura da Narcóticos. O homem de ferro que enfrenta facção de peito aberto. O policial incorruptível q

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