imar a garganta e estabilizar a mente, enquanto observava
Helicóptero da polícia sobrevoando longe, fingindo que monitora alguma coisa útil. O Rio acordando pra
que suas vidas, seus empregos e a segurança dos seus filhos dependiam exclusivamente do humor de homens como eu. Homens frios, capazes de decidir com um riscar de caneta esferográfica q
fugir daquilo. E no fim da estrada, ironia do destino, eu virei algo muito pior que eles. Muito mais letal, muito mais implacável. Mas diferente daqueles vermes ignorantes daquela operação de Natal... eu tenhoe importado. Mais mensagens criptografadas chegando. Mais crises políticas pra eu resolver. Mais gente de colarinho branco desesperada na m
talhão que recebem a caixinha semanal. Os traficantes que gerenciam os meus pontos de venda. Todos eles se curvam pro Marcola, mesmo quando acham que tão conversando com o Dr. Marco. Porque o verda
extremo. O homem mais respeitado da segurança pública do Estado. Mas bem lá no fundo das minhas pupilas dilatadas, atrás de toda essa opulência e desse terno sob medi
e escolher qual estrada trilhar. Eu não tive escolha nenhuma quando a bota da polícia quebrou a minha porta. O Rio de Janeiro também não teve escolha quando virou esse covil de hienas. E agora, com o so

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