olhou o
o está na hora de voltarmos. -
e lhe ac
i assim que colocamos os pés
escolhesse. Mas, que ta
udo
r com ele par
ir. Sorrir de verdade. Algo
vez tinha mais pessoas por lá. O
le per
qual p
s. E pude sentir que aquele cheiro era dele.
entativa de exalar s
us? - quis puxar assunto, mas seu p
que ele ainda não contou quem seria a madrinha junto comigo. Só contou que sobr
tudo o que a P
seríamos nós doi
m ele. Apenas sorri e de
a? - ele perguntou
sim. - Ten
- Ele fitou meu rosto. A imensidão ve
m sorriso bobo que s
airmos sozinhos. - Eu disse ainda olhando para ele,
le sorriu
uele sorriso quase me d
rápida naquel
r embora, Gustavo saiu da sal
o? - falei sorrindo
uma porcaria, mas com voc
r. A timidez tomou conta
pacidade de falar coisas simples,
ava me faze
do meu pai. - Ele falou, encaixando o cinto de segurança
se é.
acionamento. Quando já estávamos na ave
para o fina
rei f
ir. Mas esse sábado, ela vai provar o vestido dela e quer que eu a acompanhe. Porque
emana a ele. Mas uma parte dentro de mim se
o apenas me escuta
alguém como o meu ex foi pra mim
lindas sendo entregues
sentia
ho? - ele me per
Quem irá escolher será o
e deu um sorriso. Aquele sorriso c
uando sorria, não dava pra
esse final de semana... - e
xamente para os seus lábios e
iu novamente. Um
o ele sorria, um sorriso involunt
i no prédio, est
. - Ele sorriu assim que dei
mais vezes. -
e escureceu. E meu c
edo e ir até a Paloma. - Quis afastar todas a
esquivou e levou a mi
be
ma explosão dentro de mim. Arrepiei-me por inteira
lábios por mais lug
u aveludada enquanto sorria
iu até a saída d
ntecendo comigo. Tentando livrar toda aquela tensão
ei do transe, segui
aquilo afastasse a agonia sobre meu corpo.
s olhos, eu só via a ima
. Isso est
pra cama. Peguei meu celul
uma me
noite, Meliss
dade nova tomou conta de mim - a
nsagem! Ele pensou e
do. Com o celular nas mãos

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