img Entre o Amor e a Dor  /  Capítulo 5 O Filho | 41.67%
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Histórico

Capítulo 5 O Filho

Palavras: 1141    |    Lançado em: 14/04/2026

aquela manhã d

a azul meio comprida. Fiz um rabo de cavalo no ca

a estava chu

rfeito p

a alto, de cabelos castanhos e olhos verde

em quem era aquel

o. Bastante executivo.

ros. - Tá fazendo o que aí? - perguntei

de chuva caíram

er, mesmo estando na frente do meu prédio.

rosto ficou

me segurar para não tirar aquelas leves

blema. Estou esperando um táxi. O motorista do

ofereci, arquea

dar... - ele jogou

ada, en

a volta, abriu a porta e sentou-s

vida. - Ele disse, respirando fundo e co

cabeça rodar. Imaginei se ele

r que eu pensaria

molhado. - Sorri logo que sua tes

om o carro. Mas antes liguei o rádio e

e, o Gustavo com

p

Perguntei com um sorriso astuto no rost

a romântico, mas é que as músicas dele falam de amor de um jeito tã

também. Então vo

ave quanto a do Ed. E

arecia se

essa vez, também c

feliz naqu

onde ele trabalhava. Dava pra deixá-lo no trabal

lhou pela janela. Já não chov

arro, lhe encarando

erguntou com os olhos preo

alei: - Você é o filho do seu Marcelo que vai fica

um "V" formou entr

le iria trabalhar no seu lugar, já que ele teve uma

a boca aberta, feito uma idio

da min

o Albani, filho

segurar e gargal

acompanhou,

tão

Va

untos. Ele cumprimentou as minhas colegas

las ficaram l

tei disso. P

gatinho é o filho do Mar

s olhos e

stavo. Mas pra falar a verdade, quem

Ele não faz

va com muita raiva. E eu não

evia ser por

o ig

do almoço, Gus

falei, abri

o daquele terno. Sentado elegantemente e

norteada, mas conse

e comigo? - seus olh

e Gustavo ao mesmo

- Eu

que quase sorri da sua cara

ao certo

uas coisas. Em cinco minu

o deixar meu rosto. E dessa vez, não recl

tavo era algo irrecu

colegas ficaram me olhando de lado

Gustavo já estava se aproximando

- oferece

s só pelo olhar de raiva de

o as menin

am exp

le estava feliz em ter minha compan

o shopping que sou acostumada a i

chique, p

ira para que eu me sentasse. Ele se

que quiser. É tu

ocê quem me conv

garg

o mand

nversamos durante o almoço. E nos momentos de silêncio, e

de comer nossa sobremesa

totalmente

u, levantando-se

ua mão, mas assim qu

cia dentro de mim quando tinha

a assustada c

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