ÍTU
li
acelerar, se podia cair a qualquer momento. Essa era a liberdade que eu queria - Meu c
o tempo qu
ntrá-lo. Naquele lugar estranho e abandon
s, as madeiras restauradas, um ar quase aconchegante取代ando o aspecto decrépito de ante
o memórias da última vez que estivera ali. Não houve um dia em que não pensasse n
ava mais. Agora eu
anelas tinham vidros novos - Dava para ver através da cortina, se e
diabos
da por reconhecer que era ele. Mas não tive coragem de m
e v
era firme, mas a dele era pior - T
adas pelo medo. Não estava pronta para o
e as pálpebras apertadas, sem conseguir encará-
abri o
o negro. Por baixo, uma cicatriz descia da sobrancelha até o meio da bochecha. Suas feiç
rma sacada em minha direção. Seu olhar, outrora d
Mas que merda, pensei que estava livre de você! - Guardou a arma
começou a
amigável, mas diferente disso. Quem sabe
as pessoas o temiam, eu pensei que dev
u! - G
as chamar seu nome causou uma reação mais intensa do que quando me vira.
o tremor na voz. - Afinal, eu confirmei suas perguntas. Pensei
ou parado,
e apenas porque você não falava. Agora que fala, suma. Se pronunciar meu nome
aber o que estou fazendo aqui? N
ltei em sua direção.
que eu dele. E eu sabia, no fu
. Ou eu faço seu corpo desaparecer
r na estrada como fez
ormou-se em seus láb
acha que foram
am? - Perguntei, mas ele deu de ombros, me igno
atacar. Não me mexi. - Por que você acha que aqueles homens morreram? - Sua voz
. - Eu já ultrapassei isso várias v
na? - Ele murmurou, irritado, recu
le já estava a alguns metros. - Estive presa todo es
virando-se
que
erigo. - Disse com convicção e
plicação
ritei, empolgada, c
stro
cto do meu corpo contra as raízes me tirou o fôlego.
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