TULO
Gritei e
córdia. Dessa vez, o tiro foi tão alto qu
apontada diretamente para mim. A mira tr
nome! - A voz dele era rouca de raiva. -
se e desapareceu entre as árvores, de
parecia querer
cuperar. Depois, levantei e voltei para casa. Não tinha o que fazer
odia
trada, Karmélia me puxou e me a
rrou, apavorada. Parecia esc
está aco
nsáveis pelo acordo c
nto seguravam meu pulso. E
os de trinta anos, boa aparência, roupas sociais ajustadas a
homem dizia. - Estendi seu prazo. Mais dois anos para que possa conviver co
deu, submisso. - Não estava em bom período quando fiz o acord
icou um sor
assim. - A frieza em sua voz era cortante. - Enfim, só vim te alertar de uma coisa: a menina não pode ser tocada por homem algum. O mais prude
ando confirmou, ai
nos olhos dele. E no
a - Cassius comentou com indiferença, olhando em di
ata. Ele tinha um medo mortal de Kaleu.
puxou quando os doi
elavam a passagem estavam jogadas num canto. Karmélia d
da cama. Sentei-me ao se
Perguntei sobre a conver
a. E... mesmo que se apaixone por alguém, nunca poderá se aproximar, se envolver. Porque se esse homem descobrir, vo
da a assumir algo tão pesad
ndo. - Escuto boatos. Meu pai sempre comenta... parece que já escolheram
iu do quarto sem
da. Não queria ser entregue a ninguém. Sentia como se tivesse perdido minha vida in
Chorei baixinho,
ável. E, ao mesmo tempo, meus pensa
_____________
lência. Vando entrou e me arrastou para fora do quarto como s
a, dois homens estav
serão as últimas da sua vida -
beça, travad
em que vira ontem estava de
, inseguro. - Ela está i
ares que costuma frequentar, senhorita... - Cass
nome dela -
ades estivessem trocadas. Ele devia ter es
r do lado de fora - O ou
- Cassius pediu ao
s se aproxim
ou de cima a baixo. - Não parece
a cabeça

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