rto. Com o tempo, quase esquecera a vontade de fugir - Era
você! - Anunciou Karmélia, sent
olhos do livro. Não es
ndo o livro de suas mãos. - Já faz tempo que meus pais
qualquer coisa? - Milia
ho para contar vai te de
ou-se, prest
ode sair por conta própria, ir para
s lágrimas brotaram de seus o
z tremeu. Fazia tanto tempo que nem a luz do sol via - Apenas
e. Meu pai nem se importa com sua saúde; já tive que roubar remédios várias vezes, e isso me rendeu uns bons pux
o sério? Eu posso
cê conhecer o mundo, ter um pouco de liberdade
ziu o cenho,
les querem
suspirou,
família. Eu sempre saía com o rosto escondido, meu pai me levava em segredo para a escola. Mas você pr
ou os braços. - É o momento da
- Karmélia sorriu, desconcertada. - Por favor... eu pedi muito ao meu pai e consegui convencê-lo de que você não fug
deu a
agora. Está na hora de
dida por longos segundos. Depois
ada degrau fosse uma despedida do escuro. Miliane estava descalça, usando um vestido azul que um d
sala, a luz do sol a atin
o a noite. Sobrancelhas perfeitamente desenhadas destacavam-se em sua pele parda, agora livre das marcas de agressões recentes
quando os olhos se
quando sair - Karmélia coment
- Miliane perguntou enquanto atra
de identidade. É porque você merece um pouco de liberdade. - Karmélia girou a maç
u a
segurar as lágrimas. Caiu de joelhos, tocando o gramado com as mãos tr
, apontando para a floresta ao longe. - Não sei bem por quê, mas era sempre p
or
er de ver esse homem. Ele carregava um corpo nas costas e jogou na estrada. Fez isso três vezes. - Karmé
endo que ele ma
gosos. Mas se ele matou, não sig
ó pensava
era ess
ue usa algo no rosto porque é desf
isso ac
za. Três assassinatos em um ano. - Karmélia baixou a voz. - Mas já faz dois anos que ninguém sabe nada dele. As memórias ainda estão frescas, mas.
tou-se, limpa
eu posso ir para
e à vo
ne correu em direção às árvores, desapar
u ao redor, perdida. - E
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