esperou que Nerea saísse e, ao sair, a primeira c
nte de que este não poderia defendê-la ou libertá-la de Vasily, ao menos se refugiava na ideia de um aliado naquele mundo que ela desconhecia e a
porta daquela casa o esperava aberta; o segund
a chegada de sua filha; uma delas
ará com Nerea? E se me der como minha puta pessoal? - pediu Vincent, acreditando que Vasily não tinha nenhum trabalho para ela. E expressando abertamente os desejos que tinha de levá-la para a cama.
puta pessoal não
e serve como ba
babá de sua filha, Vasily. Para isso estão as babás! - o silêncio foi incômodo depois de que Vincent tentou dizer-lhe o que fazer com a mulher. - É jovem - tentou arrumar as palavras ditas -, o que quer
a caminho de casa. - Não saberá o que fazer ali. - Não o dizia pelo bem dela, mas d
-la como babá, Vasily. E se precisa aprender, eu me ofereço para ensinar-lhe tudo o que ne
mos a
para poder se deitar com ela; havia gostado dela desde que a viu naquela mesma noite no bar e sem dúvida alguma Vincent queria se meter em sua cama. - Decida agora - puxou a cadeira para sentar-se. - Pensa deixá-la ficar aqui em sua casa? É inclusive perigoso. Não sabemos quem é, de ond
aído por ela. E se o fosse, ninguém notaria; j
nos; assim que, se não servia como sua babá, não saberia o que fazer com ela. Mas ao pensá-lo, uma parte dele queria buscar-
nt eram muito claras,
desesperado por tê-la. Amanhã verei para que serve e então decidirei o que fazer co
ily; ele era o chefe, mas aquela mulher havia chamado sua atenção e não podia deixar que fic
m um enorme sorriso de Nerea; deixou suas mãos
um p
o ao ouvido, deu-lhe um so
m poderei te ajudar - disse. Era uma boa maneira de que Vasily veja que ela não valia para cu
vas esperanças nela; sabia que devia con
o te digo e tudo irá bem - deixou um beijo em sua bochecha e lhe explicou que se veriam n
unção. E isso era exatamente o que Vincent queria: que Nerea fosse aos cassinos; seria m
de que faria Nerea
bendo que ia ganhar. Era u
va para o chão; não sabia q
de seu escritório
o depressa da cozinha e se uniu a eles dois. -
denasse; não sabia que passa
o quarto
ily de vista, pois seu quarto estava justo ao lado do de su
.
indo e, como cada noite desde que Roxana estava al
meia da m
ho em toda a noite, escutou claram
acontecia, mas depois escutou as claras pal
mãe! - gritava Roxa
s de Vasily não davam com o paradeiro da mãe e era mais co
roximou da porta. Só escutava os grito
ro corredor; não havia ninguém; o choro da
seu quarto para ver de onde provinha o choro
hadas em meio àquela escuridão; cada vez se afas
ndo que atrás poderia estar uma menin
atava de uma menina e não podia ficar em seu quarto resguardada enquan
na iluminada por aquela suave luz; seus lindos cachos loiros capturavam a pouca luz e em sua cara se via o
lvez isso sentiu a menina naquele mome
s? - tentou diretamente f
com perfeição e como se não fosse suficiente, se via muito agradável. - Tenho medo; te deitas comigo? T
o de fazer-lhe perguntas à menina, mas se conteve; aquela
eitar e se reco
se dormiram e tudo fi
.
meira coisa que Vasily fez f
ito e, como ela também se despertava chorando, se estra
contrando-se com
te aferrada a ela; às duas se notava que dormiam placidamente
parecia tão tranquila des
ia para o
a filha; também parecia se pre
avia se ganhado a ad
magem tão terna que h
a dec
de Roxana. Ficaria em ca
ovimento na cama; girou seu rosto e se
da, acreditando que tinham aquela menina ali retida e longe de sua mãe. Levantou-
ava, a moça levantou sua mão para bater em Vas
fazendo que Vasily a entendesse com lentidão, pois a mulher falava muito depressa e a ele lhe custava entender cada palavra. - Me dá nojo! Como podem faz
caminhou para ela; Nerea foi retrocedendo e suas costas se colaram de maneira brusca contra a parede do
de seu ouvi
panhol era fatal, mas Nere
sua
Roxana era
s havia arrojado a raiva sobre ela, se evaporo
se mostrou muito assustada de agora pertencer a ele, acabava de sacar as garras para defender uma menina que mal via
rea perto dele, muito perto. Já não era normal e só hav
a começou a esfregá-los, vendo as marcas v
uma dívida de alguém mais; alguma coisa desse estilo; pensou muitas coisas más, mas ja
r um grave erro e não s
eu-
e gritar no própr
akh
pelo que ela acabava de fazer? Se na noite anterior a jogou no chão por jogar uma cerveja em cima, por que agor
na noite anterior e Nerea se as
que Vincent disse, para
e trabalho ou Vincent não poderia ajudá-la; isso entendeu Nerea. -
he as costas para entrar
dia faze
á havia ficado claro que não havia um tempo para
u fazer? Só cu
tra função para ti, já te direi. Até agora, só quero que faça isso - disse. -
arto de sua filha, mas
eia de por que se e
o fazia sorrir. E mais com o atrevimento que se tomou d
ana teria alguém que com c

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