img Uma Babá para o Chefe  /  Capítulo 3 3 | 8.33%
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Capítulo 3 3

Palavras: 1957    |    Lançado em: 05/03/2026

arro, mas ficava um pouco folgada nos braços, pois sua compleição era inferior à do Pakhan. - Você não é o ti

dele se alegrava de que Vasily a tivesse tomado c

ar que acabava de ser dada para quitar uma dívida, sem que

e ela já não era uma menina pequena. Além disso, fazia muito tempo que havia se dado conta de que as lágrimas não resol

s daquelas pessoas; todo esse tempo fugindo de seu padrasto, para a

ia tido um mau dia, es

sua sorte, Ne

garras daquela Bratva. Havia se sentido livre ao não ser encontrada por seu padrasto, mas via que sua liberdade

urou seu braço, mas agora que sabia que se relacionava com aquela Bratva, lhe da

a ainda mai

arde, Vasily se uniu

carro - orde

a. Ela estava tão nervosa, que se deu conta de que tinha mais

ste já ia sair do carro. Lhe aterrava f

rosto com suas lágrimas; não que não ia chorar? Chorar não remediava nada, mas tam

so amável e depois terminou de sair, fechando

o, valorando as possibilid

ca

te eram

de de poder escapar e ao tent

o, que não parava de observá-la. Sentiu-se

sobre ele, embora também recordava como ele a jogou sobre aquela mesa com tanta força, mais do que o n

foi um título que seu pai pôs nele, foi algo que merecia, que ganhou. Pouco acostumava a confiar nas pessoas; gostava de se rodear de gente da qual não

considerava isso um ato

nte os demais. Pelo que agora mesmo ele era um experto em não sentir nada; jamais se havia apaixonado, nunca havia mostrado um especial inte

homem apaixonado e ele não se permitiria

algo inút

dívida, mas a jovem parecia demasiado boa, ta

ava essa faísca em seus olh

z começava a lhe

nte, o olhar de Vasily rep

ça. Ter tato não era o seu; ser amável era algo impossível e diante de uma jovem que parecia frágil e inocente, el

gem, como se importasse o que os demais pensassem del

o que vai aconte

desagradável ante Nerea, compreendendo que seu futuro esta

e s

de Daniel? Se eu trabalha

agá-la em um par de anos é se prostituindo em um dos me

novamente não foi capaz de olhar aqueles olhos azuis gela

u corpo para pagar uma dívida que não era dela, lhe aterrav

subiram um pouco, asomando-se à tela, chamando os olhos do Pakhan, que nunca costumava se fix

seu traseiro, mas ag

gando tudo quanto ganhe; viveria e trabalharia para isso. É o que quer? Não te é atraente o trabalho de se prostituir? Talvez seja menos honrado, mas poderia ser o caminho mai

o em Vasily. Queria vê-la explodir, gritar-lhe que era um porco e esse tipo de c

sse a melhor opção para Nerea, porque seria para sempre ou até que ele decidisse. Estar

os homens se saciassem com ela e menos p

a dos demais não er

a marcha. Vasily começou a tirar essa roupa molhada e fedorenta a cerveja frente a ela, ficando só em roupa interior,

ele quem tinha que responder às perguntas. - A comida. - Tê-lo perto e em r

us dentes, buscando o amarelo neles

baco - admit

or segurança, ela fechou com força suas pernas; não gostava de seu t

sou de be

firmes; além de que era muito jovem. Não havia que ser adivinho

atório. Os olhos dele não estavam

i-lo com suas mãos, mas se conteve; não estava ac

ondeu, mas com cada palavra qu

onder. - Tem namorado, Nerea? - sua voz soou mais

enho na

ava de lhe fazer; já investigari

ando seus olhos e abrindo s

undo. Que diabos fazia naquele bar? Foi o melhor trabalho que encontrou? Não tem estudos nem nada? Sua prepar

e perigoso, enquanto escapava das garras de seu padrasto, para agor

nquanto o carro os dirigia a u

urno de trabalho, no qual só levava d

m, porque, embora ele lhe dissesse as opções que tinha para quitar a dívida de seu pad

era o único

que este mundo seja

s olhos para olh

ca e insignificante - disse,

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