ncerteza que a angustiava, sentindo que havia feito algo muito ruim a
zer exatamente o contrário daquilo? Foi o que Vincent lhe d
porou de um salto, deixando as mãos sobre o peito
u-se em seu ombro, derramando um par de lágrimas. Sentia-se alivia
- perguntou ele. Ela soltou um
que era sua babá. Não fiz nada. Não queria que isso acontecesse, mas ele disse que seria assim e não
e com respeito -
ov me disse que agora
le disse isso. - A menos que demonstre que é uma má babá, que não se dará bem com sua filha.
a ter a certeza de que Vincent ia levá-la a um lugar m
iamente. Um lugar onde n
ent, que aquele era um mau lugar e Vasily não coo
paciente; farei tudo o que estiver em minhas mãos. Farei co
la e quase se aproximou para beijá-la, mas Aisha
mediatamente para nã
senhor me pediu que expli
a a porta; dedicou um sorriso a
i sair daqui.»
daquelas semanas; sabia tudo aquilo de cor, pois já o havia repetido mais de dez vezes e nenhuma durava temp
ia aguentar um pouco mais, pela óbv
mbora. - Não pode ficar vagando pela casa; seu espaço
Nerea para estar a par de onde poderia
péssimo. A prioridade é que ela aprenda russo; não pode estar aqui sem saber se comunicar com ninguém e é a filha do Pakh
nho que ser com ela? - Aisha semicerrrou os olhos. - Me refiro, tenho que dar-lhe tudo, ceder ou pôr condições e não mimá-la. O que
mendo que a faça forte e não uma menina mimada e caprichosa ou lhe irá mal neste lugar, nesta vida. Aqui os fra
o, sem saber como to
nina; precisa
meu padrasto pagou uma dívida comigo e fui entregue ao Pakhan. Mas há algo que me angustia. Se é ser babá, não vejo nada mau no trabalho; me inquieta que ele ou outro homem peça meu corpo para ter
as vezes por semana quando mais frustrado se sentia, mas na maioria das ocasiões não tinham sexo; deitava-se na cama enquanto ela dançava para ele, e nada mais. Aisha olhava para Nerea, sabendo que com quem único seu corpo corria perigo era com Vincent. Além disso, uma menina assustada e magricela não era nem de per
o; seu plano era não confiar em ninguém, mas estava confiando em Vi
.
ivo. É um homem que construiu seu império sobre pilares de temor e lealdade; seu rosto conhecido só por aqueles que nunca poderiam viver para contar sua his
troduziu uma variável desconhecida em sua calculada ex
ete enquanto se dirige ao quarto de sua filha. A porta range leveme
me placidamente, alheia às tormentas que
» Pensa ao olhá-
e morte e selou pactos sob a mesa, se posa sobre a maçaneta e a gira co
ta de maneira difer
rosto um enigma sereno. Ele se move com sigilo; cada passo um cálculo; cada movimento uma decisão ponderada. Ao aproximar-
ra estou
por anos de poder, toca a bochecha de Nerea. O contato é fugaz, pois ela se move; um simples gesto que o faz retrair-se.
Nerea. A imagem da babá, seu rosto pacífico e desconhecido, s
ta uma intranquilidade que não provém do peri

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