oque que Não De
a
afael estendeu a dele para mim. Não era um gesto comum. Era c
ei
hoque elétrico de novo, dessa vez mais lento, subindo pelo braço até o peito. Eu p
Banho e jantar,
indinho com o dele, como se eu fosse a âncora que o mantinha n
se, voz neutra. - Você pode jantar com
sfarçada de suge
vam no escuro, um armário maior que o meu antigo quarto inteiro. Mas o menino se movia por ali como se fosse um
o faço -
aqui fora, na porta,
a parede, ouvindo a água espirrar devagar. De vez em quando, ele olhava para m
os cabelos molhados pingando, ele vei
e v
s para seis anos, e o vesti com pijama de dinossauros. Enquanto pas
fez isso. Ela morr
redor... a mulher grávida, sorridente. E depois, só Rafael com o
ito. Deve ser tão difícil
os, mas os olho
s babás. Minha mamãe. Até
até ficar na
embora, lem
tou a testa na minha, bem devagar. Foi o abraç
no corredor. Braços cruzados, encostado
o cabelo dele - disse ele, baixo.
se parada tempo suficiente para ele co
o para a mesa, na sala de jantar privativa uma mesa long
Rafael, na cabeceira. O s
o, legumes no vapor, arroz integral. Tudo perfe
? - pergunt
ançou a
ueu uma so
o que tem
Enzo. Depois
tentar u
deixou. Peguei queijo ralado, um pouco de ketchup e um punhado de ervilhas que vi na gela
trinho feliz. Quem
a, quase inaudível. Mas foi o suficiente pa
odo o prato.
uma história curta que inventei na hora (sobre um carrinho q
na sala principal, olhando pela janela para
m ele - disse e
e atenção de verda
olhos dele pareciam mai
udo que el
ondi, antes que p
pois outro. Parou perto demais. Perto o suficiente para eu s
com o que
soou como uma ameaça
judar o Enzo, s
uiser mais
raram no ar. Me
ele subiu devagar, como se fosse toc
ele parou.
e, senhori
rou e sai
, sozinha, o
a queimando n
s eu acabei

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