O Menino q
a
ens parecia ainda menor naquela manhã. Eu me arrumei rápido: calça jeans escura, blusa branca simples, cabelo preso num
e. Quando saí na rua, o ar frio de fevereiro me acertou como um tapa. Prédios altíssimos, porteiros uniformi
e têm nome próprio em vez de número. "The Carlisle". O po
Monteiro avisou. Penthouse 47
do, e eu evitei olhar meu reflexo. N
s brancas, móveis minimalistas, janelas do chão ao teto com vista p
nta anos, uniforme discr
onteiro já saiu para o escritório. En
sorridente, ao lado de uma mulher linda de cabelos castanhos. Grávida. Depois, só ele e
role remoto, Lego gigantes, um piano de cauda miniatura. No meio da bagunça organizada, um menino pequeno sentado no chão
Elena com voz suave. - A
virou. Nem
u baixinho
o. Não force. Vou deixar vocês s
, parada na porta, s
ximei devagar, agachando
e é Laura. Posso se
ênc
inho. Mas percebi que os ded
quando era pequena. Era vermelho. Eu fingia que
a
novo, ma
e tinha comprado no caminho: um pacotinho de balas de hortelã. Nada caro
eios de uma tristeza que não combinava com uma criança de seis anos. E
não sorriu. Mas guardou a bala no bol
rou, voz tão baixa
lto. Foi a primeira p
. - Posso ficar aqui com você um pouqu
as se arrastou um pouquinho para
lêncio por um tempo. Ele voltou a
, ele falou de nov
ai embor
como um soco. Cinco
eto nos o
o. Eu não
dessa vez. Como se estivesse t
carrinho do chão e em
ais alto - disse,
iu. Mas os ombros relaxaram um pouquinho. E, pela primeira vez, vi o c
m: devagar, silen
, ouvi passos no corredor. Ra
va sentada no chão, Enzo encostado no me
oram de mim para o filho, e de volta para mim. Algo mudou
sse ele, por fim. Não era
di, tentando não so
imou. Agachou a
ra do banh
um pouco. Mas não
ele. Enzo hesitou... e pego
u pesado
nidas. Depois para mim. Seus ol
olheu - murmurou ele, v
o mais profundo. Algo que me fez pensar que, talvez
mão para mim dessa vez , não para Enzo,
a era ma
s per

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