: A Rachad
fa
r de olhar para a por
bagunçado, a blusa branca um pouco amarrotada do dia inteiro no chão brincando com carrin
passava por ali. Mas a verdade era que eu tinha ficado escutando. Cada palav
embora, lemb
, que mal conheço, entra aqui e faz meu filho encostar a te
deio
orque f
mar. Porque ele riu, um som tão baixo que quase não ouvi, mas que me ac
ria só ajudar Enzo a se levantar. Eu queria tocá-la. Sentir se aquele choque
re
fina no gelo que eu construí com tanto cuidado depois que Sofia morreu. Depois que
em mulher. Nem sentimento. Só trabalho. Só Enzo. S
or. Ela é colo. Ela é a primeira pessoa em
o para as luzes da cidade como se elas pudessem r
mei. Não con
falei, a voz mais rou
os encontram os meus. Havia medo al
nção de verdade. Não de
inquedos. Escola particular. Segurança. Mas atenção? Tempo? Eu
recisa - retruquei, mai
- ela disse
demais. Perto o suficiente para sentir o cheiro dela: algo simples, com
com o que
soa errado. Intimista d
ua. Só engo
judar o Enzo, S
uiser mais
egurar. Eu vejo o choque nos olhos dela
la. Quase sinto a pele macia sob os dedos. Qu
pa
car nela agora,
ão mereço alguém como ela. Porque toda vez qu
xo a m
e, senhori
a antes que ela veja o quant
ei a porta. Apoiei as mãos
endo história. Ele co
ou começando a
tou começan
de Sofia, grávida, sorrindo para a câme
você. Não vou f
de volta, uma voz traiçoeir
diferente? E
hei os
anos, o gelo no meu pei
restes a ra

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