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Voltei do Inferno Para Te Enterrar

Voltei do Inferno Para Te Enterrar

Autor: Rabbit2
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Capítulo 1 No.1

Palavras: 1583    |    Lançado em: 31/12/2025

mbido constante e agudo. Era o som d

e subindo cruelmente em direção ao peito. A sala de cirurgia era de um branco ceg

usada pela falência de órgãos induzida pelo estresse, mas o sangue não coagulava. Ap

o fardo da morte, desviaram-se para o telefone segurado pela

ânico. "Por favor, sua esposa... a cirurgia... ela e

mpo do que o restante da vida de Zimbro. Então, uma risadinha. Era um

sa. "Pare de ligar, Zimbro. É patético. Fingir uma emergênc

estava fingindo, que estava morrendo, que o estresse de cinco anos de negligência e tr

is grave murmurou

perguntou, soa

vavelmente está tendo um ataque de pânico po

ia. Distante. "Se ela morrer, ligue para

iq

. E um segundo dep

ento silencioso e agonizante de arrependimento. Arrependimento por amar um homem que a via como um estorvo. Arrependimento por deixar

r voltou d

eus olhos se abriram, arregalados e aterrorizados, encarando cegamente a escuridão. Ela agarrou o peito, os dedo

ada. Apenas pel

s, um pássaro frenético preso numa gaio

veludo, iluminando os contornos familiares do quarto principal na Mansão Escudo. Mas estava errado. A mobília estava arru

smartphone na mesa de cabeceira. Ela toc

de

o... o ano era c

uma onda; veio como um soco físico no estômago. Ela não estava morta. Ela estava de volta. Ela estava

uarto se abr

nos pisando em ovos, gritavam para ela se deita

é, uma mulher que havia sido demitida dois anos após o casamento de Z

sdém na voz. Ela caminhou até a cama e jogou a capa de roupa. "O Sr. Escu

lembrava deste dia. Ela se lem

e quer que você pareça modesta. Sem brilho. Ele não qu

memória aterrorizante e visceral da atrofia que havia reclamado seus músculos nos meses finais de sua vida anterior. Ela agarrou a borda do colchão, os nós dos dedos brancos, esp

inalando o ar que não cheirava a antissé

a fazê-la desaparecer no fundo, para fazê-la parecer lavada e doente ao lado da juventude vibrante de Brasa. Em sua vida passada, ela o usar

e tocou o tecido. P

emente. "Comece a se arrumar. Não

egada. Seus olhos, geralmente suaves e suplicantes

ca pelo tubo fantasma que estivera em su

pega de surpr

repetiu Zimbro, ma

e violento, ela o rasgou. O som do tecido caro se partindo foi alto n

a boca. "Você ficou louca? O Sr.

Zimbro, jogando os trapos arruinados no ch

uejou Maré, o rosto ficando vermelho. "

sou a senhora desta casa. Meu nome está na escritura, ao lado do dele.

ia encontrado. O rato havia criado presas. Aterrorizada, a emp

hou para as próprias mãos. Elas tremiam,

preferia. Foi até o fundo, onde mantinha as roupas de sua vida antes de Escudo - a vida onde ela era Zimb

e encontrou. Uma capa de roupa co

riu o

que ela comprara em Paris por capricho, pensando que usaria em sua festa

no espelho. O rosto que a encarava de volta era jovem, sem as li

e "natural" que havia aplicado mais cedo por hábito. Alcançou o

u como pintu

na penteadeira. Um

te. Fique no fundo. A Brasa vem como

era chorar. A fizera ficar ansiosa, desesperada para agradar, de

oi um som

Escudo," ela sussur

uma resposta

antes de enviar. Ele

a segunda pele, abraçando suas curvas, expondo a extensão de porcelana de suas

stava morta. Long

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