te, Meire senti
ntrou no pátio do Instituto Santo Antônio Além do Carmo, as conve
o olhar fi
lhos est
É
bols
anda com
lta. Eram sopradas, afiadas, treina
eparáveis. Filha de um desembargador, neta de um empresário do ramo imobiliário, Rebeca
- disse Rebeca, com um sorriso
- respondeu uma das
inderela - com
gância estudada. Parou diante de
guice forçada. - Ou você s
O corpo intei
respondeu, ten
ndeu o braç
coisa - continuou. - Você
cia conter a
m voz firme apesar do tremor in
ça. - Porque parece que você anda fr
tiu o ros
haver com você - disse uma
áv
sem pressa, mas
- rebateu Rebeca, sem perder o
eu ele. - Quando alguém
o percorre
r alguns segundos, avaliand
ve ser difícil pra el
a Meire, bai
embre-se que a ultima bolacha d
o para trás um
iu as pern
- perguntou Otá
u, rápido demais.
cisav
o en
vai p
- ele disse. - Só
s abafados, os celulares discretamente apontados. Algo estava s
ro feminino e encontrou o espe
O SEU LUG
fal
gundo, apoiando as mãos n
távio encostado na pared
ela, antes que ele falasse. - Eles
spondeu. - Agora só estão co
tiu ela. - Se isso vira es
imou um pouco m
escândalo por
unciona
m passo p
m - pediu. - Pelo
mais do que
impulso de insistir. - Mas eu nã
m mais uma vez. Intensos. Ca
mbora, sentindo o peso
orredor, Rebeca ob
havia c
travessar fronteiras aprendia r

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