tando convencer o próprio coraç
soara como julgamento. Nada além de um nome - Otávio - que in
cio. O cheiro da comida era o mesmo de sempre, mas o gosto parecia outro. Não conseguia comer. S
- sussurrou uma das meni
ingiu n
tiu a outra, com um meio s
- respondeu,
Antônio Além do Carmo,
carros, festas. Ele respondia no automático, mas sua atenção estava distante. Em
e a enc
por ocupar espaço. Aquilo o incomodava mais do que deveria. Havia algo de
da tarde começar
ora de Literatura. - Tema livre, mas que
deiras arrastadas, combinaçõe
beça. Já sabia com
consultando a lista. - Você p
aiu pesado s
crédula. Otávio também pareceu
, antes mesmo que M
começaram i
El
absu
que foi i
revirar. Aquilo era pe
ou sair antes, mas foi
Nunca tocava sem permissão. - Se q
pa
meza surpreendente até par
ão um sorriso de vitó
epois da última
ode
oucos alunos iam até lá. Era silenciosa, cheirava a papel envelhecid
a à estante de autores brasileiros. Quando Otávio a
ele disse, puxando a cadeira em
murro? -
tem poder - completou ele
lhou, s
m fala i
isso que
ncio confortá
Às vezes, os dedos roçavam sem querer ao virar uma págin
ta coisa - disse O
cong
mo a
e observar antes de falar. - Ele baixou o to
u o livro
spondeu. - Se eu chamar
do o
s olhos brilharam, mas ela não c
fora ensinado nos livros, nem no seu pequeno círculo
ninguém te prejudica
rriu t
pode prom
so te
ram. Pela primeira vez, nã
o do colégio, algo perigoso
essa muros de classe, cos
o céu já escurecia. No port
ã - disse,
o ela se afastava pela rua de p
la partir. Aquela aproximação não era apenas um risco para Meire. Era um
rias começam exatame

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