img Vendida ao Senhor da Noite  /  Capítulo 2 Primogênita do Sangue | 20.00%
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Capítulo 2 Primogênita do Sangue

Palavras: 1282    |    Lançado em: 18/12/2025

ue é hora de voltar e regressar ao conforto de nossos lares. Eu tenho outra ideia para esta noite.

ozinha", anuncio. "Preciso de

deia. Está escurecendo, você

ta muito tempo, logo não terei mais essas caminh

emor em seus ombros e então sei que ela está chorando. Tento não deixar as lágrimas nublarem meus olhos. Somos amigas a vida inteira e uma de nós tem que se despedir para sempre da

solo. "Vai ficar tudo bem, vou escrever para você e contar

tem gosto

escapa. Enxugo com os polegares as lágrimas que des

rtas", promete. "Tantas que

é impo

livros, vou te falar do Felippo e de qualquer ou

nto com o Felippo", provoco.

é uma

ra a despedida com um pequeno

ama

rias vezes para me ver, e eu fico no lugar

e a vegetação é opaca e seca. Não me dou ao trabalho de junt

res sendo sacudidas. O lago fica numa ponta da aldeia, na área mais deserta. A primeira casa habitada deve estar a centenas de metr

ois, as meias. Sinto a terra sob os pés en

io percorre meu corpo todo, entorpecend

rece centenas de agulhas me apunhalando. Por mais doloroso que

ando; a água me cobre além do peito e meus dentes não param de bater. Não sinto meus dedos dos pés

caindo de uma ampulheta, ma

, o frio turva até minha mente. Pequenas nuve

s que paro de movê-los e permaneço imóvel, deixan

estar totalmente naquela água fria é brutal. A

dor enquanto nem meus braços nem minhas pernas conseguem o esforço pa

, e juro que mãos pressi

gua. Engasgo. Um espasmo me sacode, minha visão embaralha-se, e o p

imobilidade da água, e por mais que eu

brevivência é forte, mas lembro-me repe

ndo o que parece um rosto que desap

curecem, como as margens de

ver, você tem

s sussurra

e viver, voc

menta, e também a sensação de

covardia me

avras me faz fe

como ácido corro

e vergonha

Não posso fazer isso com

r no Leilão Carmesim por minha causa. Não pos

, lutar contra a águ

orce, meu corpo rec

a estú

a água jorra para dentro de mim, enchend

o, enrolam-se em volta do

o que vejo é preto. Es

erioso se aproxim

uando volto, meu rosto está contra a ma

na água, e minhas per

ra para arrastar o que re

ao olhar meus dedos,

m o céu escurecendo e

normal - é ofegante - e me

mãos à boca p

cem às ordens e meus pé

as árvores e, com ela, um

o seu

o a origem da voz, mas só as árvore

um peso, e meus ombros trem

, uma filha e i

ãos ao meu destino e mi

ndo segurar as lágrimas, mas elas

fico sentada ali an

mão ficam cada vez mais alto

e, instintivamente, minhas mãos t

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