ue é hora de voltar e regressar ao conforto de nossos lares. Eu tenho outra ideia para esta noite.
ozinha", anuncio. "Preciso de
deia. Está escurecendo, você
ta muito tempo, logo não terei mais essas caminh
emor em seus ombros e então sei que ela está chorando. Tento não deixar as lágrimas nublarem meus olhos. Somos amigas a vida inteira e uma de nós tem que se despedir para sempre da
solo. "Vai ficar tudo bem, vou escrever para você e contar
tem gosto
escapa. Enxugo com os polegares as lágrimas que des
rtas", promete. "Tantas que
é impo
livros, vou te falar do Felippo e de qualquer ou
nto com o Felippo", provoco.
é uma
ra a despedida com um pequeno
ama
rias vezes para me ver, e eu fico no lugar
e a vegetação é opaca e seca. Não me dou ao trabalho de junt
res sendo sacudidas. O lago fica numa ponta da aldeia, na área mais deserta. A primeira casa habitada deve estar a centenas de metr
ois, as meias. Sinto a terra sob os pés en
io percorre meu corpo todo, entorpecend
rece centenas de agulhas me apunhalando. Por mais doloroso que
ando; a água me cobre além do peito e meus dentes não param de bater. Não sinto meus dedos dos pés
caindo de uma ampulheta, ma
, o frio turva até minha mente. Pequenas nuve
s que paro de movê-los e permaneço imóvel, deixan
estar totalmente naquela água fria é brutal. A
dor enquanto nem meus braços nem minhas pernas conseguem o esforço pa
, e juro que mãos pressi
gua. Engasgo. Um espasmo me sacode, minha visão embaralha-se, e o p
imobilidade da água, e por mais que eu
brevivência é forte, mas lembro-me repe
ndo o que parece um rosto que desap
curecem, como as margens de
ver, você tem
s sussurra
e viver, voc
menta, e também a sensação de
covardia me
avras me faz fe
como ácido corro
e vergonha
Não posso fazer isso com
r no Leilão Carmesim por minha causa. Não pos
, lutar contra a águ
orce, meu corpo rec
a estú
a água jorra para dentro de mim, enchend
o, enrolam-se em volta do
o que vejo é preto. Es
erioso se aproxim
uando volto, meu rosto está contra a ma
na água, e minhas per
ra para arrastar o que re
ao olhar meus dedos,
m o céu escurecendo e
normal - é ofegante - e me
mãos à boca p
cem às ordens e meus pé
as árvores e, com ela, um
o seu
o a origem da voz, mas só as árvore
um peso, e meus ombros trem
, uma filha e i
ãos ao meu destino e mi
ndo segurar as lágrimas, mas elas
fico sentada ali an
mão ficam cada vez mais alto
e, instintivamente, minhas mãos t

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