img Vendida ao Senhor da Noite  /  Capítulo 1 O Leilão Carmesim | 10.00%
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Vendida ao Senhor da Noite

Vendida ao Senhor da Noite

Autor: Seenbi
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Capítulo 1 O Leilão Carmesim

Palavras: 1650    |    Lançado em: 18/12/2025

l

jando o próprio suicídio an

lane

a chegada de um dia como temo este. Desde que me lembro, fui alertada sobre meu

mãe me puxa dos devaneio

rou. Fomos condenados a viver do jeito deles. Malditos nostálgicos com aversão à tecnologia. Tudo o que sei sobre o "mundo avançado" é o que consegui ler em livros antigos ou ver em fotografias que já começam a desbotar e rachar. Passamos mais de um século volt

mesa. Minha mãe serve sopa com uma concha, enchendo as tigelas com um sorriso, porque poder nos o

ente-se, va

l, uma garotinha de cachos em tom acobreado e olhos cor d

a, talvez eles nã

a desde o nascimento. Ser primogênita me marcou e me condenou a um destino miserável. Um des

into. "Passei dezoito ano

eu décimo oitavo aniversário e, em apenas alguns dias, haverá lua cheia, o que significa entrar no Leilão Carmesim. Se você tiver sorte, talvez ninguém a compre, mas se agarrar a essa esper

ias", diz meu irmão, tentando aliviar o clima. "Não me peça para ser ma

ão mais novo por dez meses, mas insiste em agir como se fosse mais velho que eu. Ele tem o corpo largo, atarracado, cabelo dourado-palha e olhos c

algum modo. Sorrio para ela, e ela parece relaxar no assento. Seu cabelo é da mesma cor do meu irmão, levemente g

a delíci

e planejo fazer esta noite. Certamente eles não terão orgulho de ter criado uma filha tão egoísta, disposta a term

o lago..." diz meu pai. "Você sabe que não deve voltar tarde, es

o se preocupe, v

mina. Será que ele sabe minhas verdadeiras intenções? Eu as trag

ta Abigail. "Por f

demos todos a

não deveria ser assim, mas a ameaça está no ar e ninguém está disposto a ignorá-l

que espero que um dia ele me perdoe pelo preço que minha morte vai custar a ele, pela forma como o condenará. Queria poder explicar que

. Depois de alguns minutos, escapo pela porta sob o olhar de todos. O ar frio beija minhas bochechas e, embora a primeira neve ainda não tenha chegado, temo que não vá demorar. Sigo pelo caminho até a casa da Lea, a algumas ruas

m, toda encolhida no manto, o nariz vermelho de frio. Ela sorri e, mesmo s

passos na minha direção. "

braço no dela e começamos a caminhar pelas

cartas da Sophie toda semana, mas já

o não tem chegado com frequência u

ter donos que permitam manter contato com a família. A maioria é arrancada completamente, considerada morta para o mu

ser apenas coincidência

trabalhado demais. Acho que eles estão começando a

perca a esperança." Eu afago a mão dela com a minha, d

r as barraquinhas do pequeno mercado em busca de livros que contêm como a vida costumava ser. Eu amo isso nela gosto de sentar à beira do lago e ouvi

ços dados, e acabo me perdendo enqu

nificou que o Libris da

e, em troca, recebem a certeza de que não perderão mais nenhum filho, além de uma pequena bolsa d

stá me

ndo dos pe

constrangida. "O que

beça. Eu estava dizendo que ontem, durante a caminhada com a mamãe, Felippo, o filho do padeiro, p

as dela ficam coradas.

nos para mim. Mesmo assim, não desisto e começo a cu

ba, Felippo

is o

is ce

brancelha. "Você é a pessoa

ça a andar de costas, gira

que me faça sentir viva. Não quero algo tradicional e t

taque do coração no

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