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l
jando o próprio suicídio an
lane
a chegada de um dia como temo este. Desde que me lembro, fui alertada sobre meu
mãe me puxa dos devaneio
rou. Fomos condenados a viver do jeito deles. Malditos nostálgicos com aversão à tecnologia. Tudo o que sei sobre o "mundo avançado" é o que consegui ler em livros antigos ou ver em fotografias que já começam a desbotar e rachar. Passamos mais de um século volt
mesa. Minha mãe serve sopa com uma concha, enchendo as tigelas com um sorriso, porque poder nos o
ente-se, va
l, uma garotinha de cachos em tom acobreado e olhos cor d
a, talvez eles nã
a desde o nascimento. Ser primogênita me marcou e me condenou a um destino miserável. Um des
into. "Passei dezoito ano
eu décimo oitavo aniversário e, em apenas alguns dias, haverá lua cheia, o que significa entrar no Leilão Carmesim. Se você tiver sorte, talvez ninguém a compre, mas se agarrar a essa esper
ias", diz meu irmão, tentando aliviar o clima. "Não me peça para ser ma
ão mais novo por dez meses, mas insiste em agir como se fosse mais velho que eu. Ele tem o corpo largo, atarracado, cabelo dourado-palha e olhos c
algum modo. Sorrio para ela, e ela parece relaxar no assento. Seu cabelo é da mesma cor do meu irmão, levemente g
a delíci
e planejo fazer esta noite. Certamente eles não terão orgulho de ter criado uma filha tão egoísta, disposta a term
o lago..." diz meu pai. "Você sabe que não deve voltar tarde, eso se preocupe, v
mina. Será que ele sabe minhas verdadeiras intenções? Eu as trag
ta Abigail. "Por f
demos todos a
não deveria ser assim, mas a ameaça está no ar e ninguém está disposto a ignorá-l
que espero que um dia ele me perdoe pelo preço que minha morte vai custar a ele, pela forma como o condenará. Queria poder explicar que
. Depois de alguns minutos, escapo pela porta sob o olhar de todos. O ar frio beija minhas bochechas e, embora a primeira neve ainda não tenha chegado, temo que não vá demorar. Sigo pelo caminho até a casa da Lea, a algumas ruas
m, toda encolhida no manto, o nariz vermelho de frio. Ela sorri e, mesmo s
passos na minha direção. "
braço no dela e começamos a caminhar pelas
cartas da Sophie toda semana, mas já
o não tem chegado com frequência u
ter donos que permitam manter contato com a família. A maioria é arrancada completamente, considerada morta para o mu
ser apenas coincidência
trabalhado demais. Acho que eles estão começando a
perca a esperança." Eu afago a mão dela com a minha, d
r as barraquinhas do pequeno mercado em busca de livros que contêm como a vida costumava ser. Eu amo isso nela gosto de sentar à beira do lago e ouvi
ços dados, e acabo me perdendo enqu
nificou que o Libris da
e, em troca, recebem a certeza de que não perderão mais nenhum filho, além de uma pequena bolsa d
stá me
ndo dos pe
constrangida. "O que
beça. Eu estava dizendo que ontem, durante a caminhada com a mamãe, Felippo, o filho do padeiro, p
as dela ficam coradas.
nos para mim. Mesmo assim, não desisto e começo a cu
ba, Felippo
is o
is ce
brancelha. "Você é a pessoa
ça a andar de costas, gira
que me faça sentir viva. Não quero algo tradicional e t
taque do coração no

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