ro nunca era que
olher de mingau que Clara deixara pronto na noite anterior. Não sabia por que Clara fazia isso - se
que nos dias anteriores, e ela podia ver, pela primeira vez, a extensão do fiorde brilhand
nlândia que atrasaria as entregas por conta de uma tempestade no Báltico. Madeleine
m. Mas era como se uma parte essen
Lon
sivos nas paredes e brin
aminha
ho - disse Clara, interrompendo o devaneio. - Nada for
ine as
sso montar uma maque
o contida. Era o máximo de elogio
de drenagem. Madeleine se manteve ocupada o suficiente para
mesmo que ainda fosse fim de tarde. Na entrada, parou ao ouvir vozes v
mesma coisa. - A voz
entender... ela n
ine co
lar com Emil, que, de costas para ela, d
respondeu, num sussurro ríspido, quase
s. Não queria ouvir. Não queria
e Anders baixou. - Mas não
silê
em evitado os colegas. Que
ão res
Pode até ficar bravo. Mas não p
viu o gesto e reconheceu algo. Era o gesto de
mesa com o notebook aberto. Os olhos ficaram fixos na tela, mas tudo o que ela conseguia pensar era em Em
uas crianças tão pequenas
s lentamente. Passou água no rosto, vestiu-se com roupas térmicas e, sem saber por que, colocou na mochila o pequeno
ra por mensagem que chegaria mais tarde, por
a improvisada e começou a revisar os esboços. Tinha acabado de
ava ali - e dessa ve
- explicou Anders, com um tom que não soava ne
eine. - Contanto que ele não
do seu caderno de desenho como sempre. Madeleine o observou sentar-se no c
l? - ela pergun
asse
que mais bonit
u uma sob
me desa
u de o
uma ponte de vidro. E
abriu sua mochila. Tirou o estojo
mas só se você prometer devol
para Anders, que observava
e ver
deu, sem hesitar. - Ela gosta de pintar
u. Mas abriu o es
aproximo
não pre
rrompeu Madelei
er não só a arquiteta, ou a inquilina, ou a mulher que ainda estava tentando não des
para o pequeno traço amarelo que Emil havia deixado na tam
sou em
vez em muito t