ia ter sido apagado c
a uma lembrança mal formada. Casinhas minúsculas enterradas em neve, fiordes congelados, um céu que mal se dava ao trabalho de clarear. A ú
se queria ch
io e disse, com uma gentileza quase cruel, que "era temporário, para o bem da criança". Fazia exatamente noventa e d
ardava os desenhos do novo projeto - um hotel ártico no meio de lugar nenhum. O último convite
de menos quatorze graus. Bem-vindos a Tromsø." A v
ros pela pequena ponte que levava ao terminal. A brisa que passou pelas f
slo - preto, pesado, quase militar - e saiu
ouro e aquecedor funcionando no máximo. O motorista era um senhor de
42. Chalé aluga
por um longo tempo, n
ada nos galhos das árvores, e só os postes com luz amarelada quebravam a uniformidade do bra
ito,
correndo com o cabelo solto, rindo no jardim da antiga casa em Londres. A frustraç
ado: silencioso, mas implacável. Você afu
es e uma varanda coberta por gelo. Por dentro, tudo limpo e funcional. Minimalista. Como s
Ela olhou ao redor. Uma cozinha embutida. Um sofá. Um aquecedor antigo zumbindo. Uma estante com livros em noru
tudo pronto. Nos encontramos amanhã cedo no canteiro. Qualquer coi
ra Je
ficou ali, parada, como se as pal
ão ti
ando negociar a próxima visita com a filha, e ela tinha medo de insistir demais e pa
u os sapatos, puxou os joelhos
joelhos e os ombros curvados, ela en
inte, o pro
ga, café amargo demais e mapas topográficos pendurados nas paredes. Ninguém comentou nada sobre sua fama, seus
ado, mas possível. Madeleine já via, na cabeça, as linhas da estrutura. O vidro resistente às baixas temperaturas. A made
ndo da sede da empresa, se
um m
, talvez. Ele a olhava com curiosidade silenciosa. Nas mãos, segurava um caderno de
dela, num inglês com sotaque forte. "Ele
ine vi
de
tário. Alto, barba curta, olhos cinzentos como a paisagem.
leine perguntou, apo
geral. Às vezes baleia
ve. Madeleine retribu
teta, não é?" A
im
O chalé já estava
silêncio. O tipo de silêncio q
Madeleine pensou que talvez, só tal