img Rendida pelo meu chefe mais novo  /  Capítulo 5 O que este garoto queria comigo Brincar | 1.37%
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Capítulo 5 O que este garoto queria comigo Brincar

Palavras: 1526    |    Lançado em: 01/08/2025

ngelin

re se co

ção tomava c

já sabia que era

r a sua volta. Entrei apressadamente no escritório de Débora

nqu

ara, olhos azuis, barba no mesmo tom do cabelo.

or Prado filho segundo. Po

ueria comig

m o descaramen

pai e ago

, o senhor Prado sabia que eu era casada. Algumas vezes o peguei olhando para minhas pernas, mas nunca de

iro. Não era grande, mas ajudava. Peguei o secador da minha chefe e sequei os cabelos e o colarinho

ia estava longe do que se esperava de uma secr

o era t

e importa é

a, quase nude, de Débora. Estend

si

garoto me olhou

gem da padroeira, buscando conforto para

uca. Como um garoto de quê? Trinta an

m de Saulo era pouco comentada. Mas todo mu

amentos tinham acesso

fone me arranco

secador, passei a mão pelos cabelos comp

a e Assessoria J

stou ligando para o seu c

Vou olhar. De

u? Está per

abendo muito bem

aiu para

alívio

Não quero que ouça

gou sem espe

sentindo o aparelho

ada de alguém. Peguei o celular e, a

ava com um s

riso b

s ali

ência im

cinismo d

vel trabalhar por aqui -

olhos dele, que vestia calça p

i,

ar de tê-lo colocado no meu lugar... - Olhei de relance para Saulo e

as reuniões com clientes. Eu não confio nele. Nem o conheço, na

enhora.

era a primeira vez que via algo a

to. Não quero que ele roube clientes da gente, e nem t

ar um momento para falar. Ain

á bem

sso, queri

i o celular sobre a mesa. Quando ergui

perguntou, apontan

er como esconder

. - Ele passou os dedos

nde. Está de repouso, bebês devem dar trab

o, sem saber o

dicou

. Se eu puder ajudá-l

amente dele. Senti um calor inesperado quando sua mão pou

i fechar

urança

completo de

, Saulo estava

ê ouviu, sua chefe e, pelo visto, ninguém daquela família conf

no estômago

iosa se soubesse q

você sa

Angelina - interrom

fazer nesta empresa, já

nte fic

dos, eu não sabia apontar um único caso naqu

ara procurar algo útil. Parte de mim sentia

os casos antigos - sug

a encará-lo,

iros cobre bem aparados. Seus olhos azuis

m da minha zon

disse ele, afastando-se e senta

a tela do

m caso que o s

asada há q

ação di

me pegou

gar para Débo

por favor. - Pedi

l toquei no telefone antes de s

ão me responde sobre você? - Peg

stá sendo inadequado. Por favor, de

agir dessa maneira. - Enfiou a mã

rei ficar aqui enfeitando a cadeira dela, enquanto ela estiver

doutor - Respondi, se

ilenciou, fez um

tos anos. Você n

atisfeito? Por que quer saber da

colocou o celular de

ue ficaria mais tranquila s

seguida, disquei para Débora. Ela autorizou o acesso dele

enta. Ele n

á sabi

ado da sua presença. Ele se acomodou à frente do computador como se estivesse

eguida, o movimento lento de sua mandíbula, mastigando a saliva

sse uma

recia proposital, como

ajustar a tela, ma

contr

meu, um toque rápido, mas suficiente para me fazer perder por um instante a linha

erguntou, sem tira

inha voz soou mais b

a distância entre nossos rostos até que eu pudesse senti

sado surgiu no c

. - a voz grave, q

a... tudo o que você fize

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