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Rendida pelo meu chefe mais novo

Rendida pelo meu chefe mais novo

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Capítulo 1 Prólogo

Palavras: 1329    |    Lançado em: 01/08/2025

ngelin

uarta-fei

do expediente, mas naquele dia c

r ganho mais uma causa, o anel de noivado reluzindo no dedo e um sorriso orgu

nio. Vai descansar,

uco surpres

e o que fazer com aquela folga inesperada no

um segundo pla

quente e, talvez, uma taça de vinho. Quem sabe até uma tentativa d

ando saí do pr

que convida à do

tiã, tomar um delicioso banho, pôr o meu roupão confortável e talvez reace

da nossa rua, meus de

que Raul trabalha. Com

e casa. Às dezesse

tes das sete. Meu

tômago. Algo estava errado.

agar, tentando

ão com cuidado. Nem barulho fiz, por causa da Samara, a inquilina do andar de cima, a mesma que viv

reso

e casa, choro ou reclamação. Nenhum cheiro de

a? Raulzinho? -

ênc

idade. Olhei em todos os cômodos, até nos banheiros, e mais uma vez ao lad

erguntando a Sam

u. Minha respiração f

seguido de outro mais forte. Tapas altas. Pele con

se jeito... S

naquele batente, o primeiro degrau.

eu. A cama cada vez mais alta rangendo, gemidos roucos, estalos e tapas, grunhidos a

devagar. Os vi, n

nossa in

eada. Seu corpo cheio de curvas, barriga bem lisa, a sua boca se a

uas mãos. - Assim sua putinha, safada? - O homem forte, de pele clara,

ndo, chupando, dizendo palavras que nunca foram ditas para mi

pra mim, sua pu

homem que era meu. O pai dos meus filhos, a quem e

pela cabeça, o cabelo curto bagunçado. Pedia mais. Chorava de prazer enquanto ele a

palavra dele era

que ele sempre desejou. O prazer nos olhos castanhos dele era cruel. Era real, iniciaram um beijo ali

a m

i. Apenas

r alguma coisa, a min

seu colo, tentou se cobrir, em vão. Eu já tinha vi

do de tanto prazer. Me olhou como se eu fosse uma intrusa, um

ia a sexo. A traição

o. A imagem era grotesca. Dolorosa. Irreversível.

lhos fra

era só pel

que se

que ent

e ele destruiu

que ele mato

ada era um lamento contido. Uma parte de mim

jeira que eu não conseguia limpar por

desceu apressado, vestindo as calças, o peito ainda nu

rando-o. As lágrimas caíam, porque os

Deus... isso foi... - Ele

? - Berrei

e olhando para mim e

como você gemia, como a tocava... com praz

.. - Ele tentou me

eu, e agora não era mais, outra mulher o tocav

ca! - Grite

á era con

insupor

pelas janelas, mas eu

- Suas mãos tateavam

. Toda vez que a gente vai pra cama, é cheio de

e você me paga assim? - Ele não respondeu, doía, me partia em pedaços ver, sab

elo prazer de destruir, depois. Sem se

dentro, como mulher, nunca imaginei o tanto que uma traição é capaz de desperta

a mesma, para mim, eu já tinha morrido

ia não aceitava mais migalhas. E jam

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