har furioso sem vacilar. "Porque é que eu faria isso, Hugo? Para
, Juliette! Tu odeias a V
ar até tarde na adega, como me disseste? Ou estavas a manter a tua fachada de ho
, a sua raiva misturad
am vermelhos de choro, mas eu sabia que eram lágri
tentar destruir-me! Eu vi-a ao telemóvel
acusação renovada. Havia uma pequena dúvida nos s
e, como
aços dele, olhou para
oz a pingar falsa preocupação. "Ainda te dói d
ia dela er
a armadilha, suavi
"Por favor. Sê gentil com a Vanessa. Ela já sofreu o suficiente. Se f
so amargo e
gnifica, Hugo? Vais finalmente tratar
no ar, carregada de tod
opriedade disparou, um som estridente e urgente. Um emprega
vinhos! A reunião dos in
osto de Hugo. Mas o seu p
e, agarrando-a. "Tem
le não olhou para trás uma única vez. Deixou-me ali, no meio do caos, como se eu não existisse. O a