para um brechó no Marais com a empolgação de
a sua alma - disse ela, segurando um
era um sobretudo - respondi, r
esquisito, o cheiro de roupas esquecidas - conseguiam abrir espaço de
o que parecia abraçar o corpo e um colar de conchinhas que n
heiro de baunilha espalhando-se pela rua. Compramos croissants amanteigados
as palavras dela me envolverem como uma música de fundo. O céu estava limpo
novo, Allegra. Mesmo qu
tentando absor
ria ac
pedaços, já est
ate de Sophia. As paredes ainda guardavam marcas de quadros, pôsteres, e uma linh
nham da janela entreaberta. Um cachorro latindo ao longe,
ia viva até
om um lenço florido que achei no fundo da mala e saí sozi
a usar - o das palavras soltas, dos
fim. A cada esquina, uma nova página. Uma nova
uma senhora tocando acordeão com um chapéu repleto de moe
a poesia em
folhas caíam como se obedecessem a uma coreografia se
o cad
inhas mãos. As pontas dos dedos tremiam um pouco, c
ponte à m
ores d
passand
detalhes. As somb
stivesse me enco
o por r
o... e
do, flutuante
ol
. Era suave, como um sussur
conhecida. Não era
o impro
se como um desabafo
os, tentando en
s distantes, passos apressados,
pers
resentação. Nã
ín
vesse tocando só pa
ente, se
epio n
e estranha
que eu nem sab
aberto uma porta que eu man
o cadern
ant
olhar seg
já tinha
uase cruel. Como se o universo t
om o coração acelerad
todos os mot
ssa. Com a alma mexida,
envolvia massa e caos. Farinha espalhada na pia, molho vermel
om o cabelo preso de qualquer jeito e um so
um violino que quase me f
u as sobr
uém t
o de rua qualquer. Parecia.
s mãos num pano
ha decidido te dar
lor da cozinha invad
for... tocou
uma colher com m
isas boas, mesmo quando br
naquele ins
a em mim ti
ia mais c

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